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	<title>Frederico Fiuza \o/ UND3RW0LRD OF D3RF</title>
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	<description>Lugar para encontrar um pouco de tudo o que é bom e saudável para leitura ! Aproveitem !</description>
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		<title>Frederico Fiuza \o/ UND3RW0LRD OF D3RF</title>
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		<item>
		<title>Decaimento da Intensidade do Campo Magnético da Terra</title>
		<link>http://d3rf.wordpress.com/2011/05/07/decaimento-da-intensidade-do-campo-magnetico-da-terra/</link>
		<comments>http://d3rf.wordpress.com/2011/05/07/decaimento-da-intensidade-do-campo-magnetico-da-terra/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 May 2011 04:31:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fiuza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criacionismo]]></category>
		<category><![CDATA[criacionistmo]]></category>
		<category><![CDATA[O que penso !]]></category>

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		<description><![CDATA[O campo magnético da Terra é um escudo invisível que protege o nosso planeta da radiação que vem do espaço, principalmente do Sol. É por meio dele que o ponteiro da bússula se orienta e ele também é o responsável pela aurora boreal.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=d3rf.wordpress.com&#038;blog=1749941&#038;post=300&#038;subd=d3rf&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>“&#8230; as condições ambientais num planeta que permitisse criaturas com complexidade como as das pessoas, ou plantas, ou animais é algo muito raro&#8230; a Terra é, na verdade, um local muito especial.” Dr. Don Brownlee</p></blockquote>
<p><img alt="" src="http://astropt.org/blog/wp-content/uploads/2008/01/earth-in-hands.jpg" title="Planeta terra" class="aligncenter" width="400" /><br />
O campo magnético da Terra é um escudo invisível que protege o nosso planeta da radiação que vem do espaço, principalmente do Sol. É por meio dele que o ponteiro da bússula se orienta e ele também é o responsável pela aurora boreal.</p>
<p>Medições diretas do campo magnético da Terra durante os últimos 140 anos mostram um declínio rápido da sua força. Dr. Thomas Barnes notou que medições feitas desde 1835 mostravam haver um decaimento da parte principal do campo magnético da Terra (a parte bipolar que é cerca de 90% do total observado) da ordem de 5% por século.1 Medições arqueológicas demonstram que a intensidade do campo magnético por volta dos anos 1.000 A.D. era cerca de 40% maior que a intensidade atual.2 Dr. Barnes calculou que esta corrente não poderia estar decaindo a mais de 10.000 anos, pois a sua força teria sido tão grande que a Terra seria apenas um mundo de rochas derretidas.<br />
<span id="more-300"></span><br />
Alguns acreditam que não se trata de um declínio, mas de inversões. Esta idéia vem da descoberta de anomalias (flutuações) do campo magnético que ficaram registradas nas rochas da dorsal oceânica. Ao invés de serem consideradas corretamente como flutuações da intensidade do campo magnético, elas foram erroneamente interpretadas como inversões do campo magnético. A linha traçada no meio da curva de flutuação mostra a intensidade média do campo magnético, dentro da flutuação encontrada, e não um campo magnético “normal” e um outro em “inversão”. Não existe nenhuma rocha na dorsal oceânica onde a ponta do compasso apontasse para o sul em vez do norte!</p>
<p>Decorrente desta interpretação, uma compreensão limitada de como o campo magnético da Terra funciona e sobre as razões do seu decaimento são aparentes em muitas áreas da ciência.</p>
<p>A origem do campo magnético da Terra ainda é uma área de muito debate. Uma das teorias principais propoe que o campo magnético é resultante do ferro e níquel que formam o núcleo do planeta. Esta teoria tem um sério problema, pois acima da temperatura chamada ponto Curie, os pequenos domínio magnéticos se desfazem. O ponto Curie para o ferro é de 750°C. A região mais fria do núcleo da Terra possui temperaturas entre 3.400° a 4.700°C.</p>
<p>Portanto, qual seria a origem deste campo magnético?</p>
<p>Duas descobertas importantes podem fornecer uma resposta simples e elegante, cientificamente falando.</p>
<p>Em 1820, Hans Christian Ørsted (1777-1851) descobriu que uma corrente elétrica produz um campo magnético. Seria possível uma corrente elétrica ser a causa do campo magnético da Terra? Ser for, qual então seria a origem desta corrente elétrica?</p>
<p>A resposta viria 11 anos mais tarde. Em 1831, Michael Faraday (1791-1867) demonstrou que um campo magnético não estático induz uma corrente elétrica. Se fosse dada a Terra no momento da sua criação um campo magnético, este decairia por não ter uma fonte contínua. No entanto, este decaimento induziria uma corrente elétrica. Esta corrente elétrica, por sua vez, também iria decair, e ao decair, produziria um campo magnético. Este sistema cíclico possuiria uma taxa de decaimento. James Joule em 1840 descobriu que a energia elétrica não se perde neste processo, mas é transformada em calor.</p>
<p>Baseado nestas descobertas científicas é que o Dr. Barnes fez a sua proposta do decaimento livre da corrente elétrica no núcleo metálico da Terra.</p>
<p>Esta proposta é perfeitamente consistente com observações da taxa de decaimento e experimentos relacionados com materiais semelhantes ao do núcleo da Terra.3</p>
<p>O decaimento é exponencial.</p>
<p>Tomando-se todas as medições do século passado que expressam a intensidade do campo magnético (International Geomagnetic Reference Field Data), este tem diminuido constantemente, implicando numa meia vida de aproximadamente 1500 anos.</p>
<p>Dr. R. Humphrey demonstrou que durante o período de 1970 a 2000 (registros mais precisos) a parte bipolar do campo magnético da terra perdeu 235±5 bilhões de megajoules de energia, e ganhou 129±8 bilhões de megajoules na sua parte não bipolar. A perda total observada foi de 1,41±0,16%. Nesta proporção o campo magnético da Terra perderia metade da sua intensidade a cada 1465±166 anos.4</p>
<p>O campo magnético da Terra sugere um planeta extremamente jovem, com milhares de anos de vida e não com bilhões de anos.<br />
Referências</p>
<p>1 K.L. McDonald e R.H. Gunst, “An Analysis of the Earth’s Magnetic Fiel from 1835 to 1965”, ESSA Technical Report, IER 46-IES 1, U.S. Government Printing Office, Washington, 1967. Ver também Thomas G. Barnes, Origin and Destiny of the Earth’s Magnetic Field, segunda edição (El Cajon, California: Institute for Creation Research, 1983).</p>
<p>2 R.T. Merrill e M.W. McElhinney, The Earth’s Magnetic Field (London: Academic Press, 1983), p. 101-106.</p>
<p>3 F.D. Stacey, “Electrical Resistivity of the Earth’s Core”, Earth and Planetary Science Letters 3:204-206 (1967).</p>
<p>4 R. Humphreys, “The Earth’s Magnetic Field Is Still Losing Energy”, CRSQ 39(1) 1-11 (Março de 2002).</p>
<p>Este artigo está baseado numa parte do Capítulo 3 “A Origem do Universo: Astronomia e Cosmologia” do livro “Como Tudo Começou – Uma Introdução ao Criacionismo” </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/d3rf.wordpress.com/300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/d3rf.wordpress.com/300/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=d3rf.wordpress.com&#038;blog=1749941&#038;post=300&#038;subd=d3rf&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Código genético, não é em vão que se chama &#8220;código&#8221;</title>
		<link>http://d3rf.wordpress.com/2011/01/30/codigo-genetico-nao-e-em-vao-que-se-chama-codigo/</link>
		<comments>http://d3rf.wordpress.com/2011/01/30/codigo-genetico-nao-e-em-vao-que-se-chama-codigo/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 Jan 2011 05:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fiuza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criacionismo]]></category>
		<category><![CDATA[criacionistmo]]></category>
		<category><![CDATA[design inteligente]]></category>
		<category><![CDATA[dna]]></category>

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		<description><![CDATA[A teoria do Design Inteligente é uma teoria científica com conseqüências empíricas desprovida de qualquer compromisso religioso. Ela se propõe a detectar empiricamente se design observado na natureza é genuíno ou um produto das leis naturais, necessidades e o acaso.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=d3rf.wordpress.com&#038;blog=1749941&#038;post=291&#038;subd=d3rf&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="margin:10px;" title="Design Inteligente" src="http://d3rf.files.wordpress.com/2011/01/design2binteligente.png?w=295&#038;h=320" alt="" width="295" height="320" />A teoria do Design Inteligente é uma teoria científica com  conseqüências empíricas desprovida de qualquer compromisso religioso.  Ela se propõe a detectar empiricamente se design observado na natureza é  genuíno ou um produto das leis naturais, necessidades e o acaso.</p>
<p>As  técnicas empregadas pela teoria do Design Inteligente oferecem  ferramentas de grande valia para o estudo das origens, mais  especificamente para a origem da vida.</p>
<p><span id="more-291"></span></p>
</p>
</p>
</p>
<p><img class="alignleft" style="margin:10px;" title="DNA" src="http://www.universocriacionista.com.br/images/stories/criacionismo/designInteligente/0207_03_dna_c_design.jpg" alt="" width="151" height="201" /></p>
<p>A teoria do Design Inteligente utiliza a informação como o seu  principal indicador confiável, pois a mesma pode ser detectada e medida,  pela utilização das leis relacionadas com a informação e a sua  conservação.</p>
<p>Tem sido estabelecido estatisticamente que informação  é uma entidade não material mas mental. Processos naturais são fontes  fundamentalmente incapazes de gerar informação.</p>
<p>A informação pode  ser armazenada por meio de códigos em uma quantidade muito variada de  meios. É importante observar-se que tanto o código utilizado quanto o  meio onde ele é armazenado não podem ser considerados informação.</p>
<p>Informação é uma mensagem. Um conjunto de símbolos codificados pode conter uma mensagem, podendo assim ser informação.</p>
<p>Um  exemplo da pesquisa para determinar se um conjunto de símbolos ou  sinais estão relacionados com uma mensagem codificada vinda do espaço  sideral encontra-se na área de sinais transmitidos por radiação  eletromagnética. Estes sinais em forma de ondas de rádio são detectados  por várias antenas de observatórios no planeta. Diferenciar entre ruído  (noise) – produzido por aleatoriedade, pulsos (pulses) – produzidos por  leis da natureza, e mensagens (message) – produzida por inteligência,  tem sido um dos trabalhos principais do SETI (Search for Extra  Terrestrial Intelligence) na busca por vida inteligente fora do planeta  Terra.</p>
<p>Várias técnicas têm sido desenvolvidas para determinar se  um conjunto de símbolos codificados contém uma mensagem ou não. Por meio  destas técnicas pode-se afirmar que a mensagem quando encontrada tem a  sua origem relacionada a uma fonte inteligente e não a processos  aleatóreos naturalistas.</p>
<p>Essas técnicas baseiam-se em cinco áreas objetivas onde a avaliação pode ser feita por meio de uma metodologia específica.</p>
<blockquote><p>1.  Estatística – faz-se uma avaliação matemática do número de símbolos  utilizados uma seqüência, da freqüência em que eles aparecem nesta  seqüência e da ordem na qual eles aparecem. Estabece-se a relação: sinal  transmitido / sinal recebido.</p></blockquote>
<blockquote><p>2. Sintaxe –  faz-se uma avaliação do sequenciamento e do posicionamento dos símbolos  nesta seqüência. Esta avaliação demonstra as regras pelas quais os  símbolos são utilizados e o conteúdo de uma seqüência específica de  símbolos.<br />
Estabelece-se a relação: código utilizado / código compreendido.</p></blockquote>
<blockquote><p>3.  Semântica – faz-se uma avaliação do conteúdo de cada seqüência  específica de símbolos em relação à seqüência toda. Obtem-se o  significado da mensagem modificada. Estabelece-se a relação: idéia  comunicada / sentido compreendido.</p></blockquote>
<blockquote><p>4.  Pragmática – faz-se uma avaliação da relação da mensagem em relação ao  contexto onde ela aparece. Estabelece-se a relação: ação esperada / ação  implementada.</p></blockquote>
<blockquote><p>5. Apobética – faz-se uma  avaliação do propósito da mensagem em relação ao contexto onde ela deve  ser implementada. Estabelece-se a relação: propósito a ser atingido /  resultado obtido.</p></blockquote>
<p>Uma ilustração prática desses 5 níveis pode ser obtida por meio da pedra de Rosetta.</p>
<p>Os  símbolos nela encontrados poderiam ser meros símbolos ornamentais ou  uma mensagem armazenada naqueles símbolos. Jean François Champollion  decifrou os símbolos egípcios enigmáticos, revelando que neles havia uma  mensagem.</p>
<p>Aplicando-se os testes de avaliação na pedra de Rosetta obtem-se:</p>
<blockquote><p>1. Estatística:</p>
<blockquote><p><strong>14</strong> linhas em hieróglifos<br />
<strong>32</strong> linhas em demótico (escrita egípcia cursiva)<br />
<strong>54</strong> linhas em grego,<br />
<strong>1419</strong> símbolos heroglíficos (116 diferentes)<br />
<strong>468</strong> palavras gregas.</p></blockquote>
</blockquote>
<blockquote><p>2. Sintaxe: as seqüências de símbolos formam palavras, cada qual com um significado específico.</p></blockquote>
<blockquote><p>3. Semântica: a mensagem é uma homenagem feita ao rei Ptolomeu pelos sacerdotes de Memphis por volta do ano 196 a.C.</p></blockquote>
<blockquote><p>4. Pragmática: a homenagem deveria tornar-se conhecida por todos os povos.</p></blockquote>
<blockquote><p>5. Apobética: a mensagem tornou-se conhecida até os dias atuais.</p></blockquote>
<p>Um  estudo similar pode ser feito com o DNA (ácido deoxirribonucleico),  avaliandose e o sequenciamento encontrado nele é informação ou resultado  de processos aleatóreos.</p>
<blockquote><p>1. Estatística: número de símbolos utilizados, frequência e ordem na seqüência<br />
Seqüências das quatro letras químicas ATCG.</p></blockquote>
<blockquote><p>2. Sintaxe: sequenciamento e posicionamento dos símbolos<br />
Seqüência dos nucleotídeos</p></blockquote>
<blockquote><p>3. Semântica: conteúdo das seqüências de símbolos<br />
Seqüência dos aminoácidos</p></blockquote>
<blockquote><p>4. Pragmática: ação esperada<br />
Formação de proteínas</p></blockquote>
<blockquote><p>5. Apobética: resultado a ser atingido<br />
Preservação e propagação da vida</p></blockquote>
<p>O  código encontrado no DNA é uma mensagem. Sua origem é  inquestionavelmente de uma fonte inteligente e não de processos  aleatóreos e randômicos. (O contrário seria o mesmo que tentar provar  que a origem dos códigos encontrados na pedra de Rosetta é a  aleatoriedade, tendo sido esculpidos pelos agentes do tempo, tais como  vento e chuva, durante longos períodos de tempo.) Portanto, para o  estabelecimento da origem da vida, torna-se crucial o estabelecimento da  origem da mensagem contida no DNA, muito mais do que o estabelecimento  da origem das suas demais características físico-químicas, tais como a  sua estrutura tridimencional e os elementos químicos da sua composição.</p>
<p>A  implicação científica de tal determinação, evidenciando que a origem da  mensagem ali contida não pode ser naturalista, é que a origem da vida  não pode ser traçada de volta a uma série de processos cegos aleatórios,  mas sim a um design inteligente.</p>
<p>Embora aplicando-se ao DNA a  mesma metodologia que é aplicada para estabelecer se sinais vindos do  espaço são provenientes de uma fonte inteligente, e obtendo-se no caso  do DNA um resultado positivo quanto a uma origem inteligente, causas  naturalistas continuam sendo atribuídas tanto ao aparecimento do DNA  quanto da vida.</p>
<p>Este artigo está baseado numa parte do Capítulo 2  “A Origem da Informação: Design Inteligente” do livro “Como Tudo Começou  – Uma Introdução ao Criacionismo”</p>
<p>A teoria do Design Inteligente utiliza a informação como o seu  principal indicador confiável, pois a mesma pode ser detectada e medida,  pela utilização das leis relacionadas com a informação e a sua  conservação.</p>
<p>Tem sido estabelecido estatisticamente que informação  é uma entidade não material mas mental. Processos naturais são fontes  fundamentalmente incapazes de gerar informação.</p>
<p>A informação pode  ser armazenada por meio de códigos em uma quantidade muito variada de  meios. É importante observar-se que tanto o código utilizado quanto o  meio onde ele é armazenado não podem ser considerados informação.</p>
<p>Informação é uma mensagem. Um conjunto de símbolos codificados pode conter uma mensagem, podendo assim ser informação.</p>
<p>Um  exemplo da pesquisa para determinar se um conjunto de símbolos ou  sinais estão relacionados com uma mensagem codificada vinda do espaço  sideral encontra-se na área de sinais transmitidos por radiação  eletromagnética. Estes sinais em forma de ondas de rádio são detectados  por várias antenas de observatórios no planeta. Diferenciar entre ruído  (noise) – produzido por aleatoriedade, pulsos (pulses) – produzidos por  leis da natureza, e mensagens (message) – produzida por inteligência,  tem sido um dos trabalhos principais do SETI (Search for Extra  Terrestrial Intelligence) na busca por vida inteligente fora do planeta  Terra.</p>
<p>Várias técnicas têm sido desenvolvidas para determinar se  um conjunto de símbolos codificados contém uma mensagem ou não. Por meio  destas técnicas pode-se afirmar que a mensagem quando encontrada tem a  sua origem relacionada a uma fonte inteligente e não a processos  aleatóreos naturalistas.</p>
<p>Essas técnicas baseiam-se em cinco áreas objetivas onde a avaliação pode ser feita por meio de uma metodologia específica.</p>
<blockquote><p>1.  Estatística – faz-se uma avaliação matemática do número de símbolos  utilizados uma seqüência, da freqüência em que eles aparecem nesta  seqüência e da ordem na qual eles aparecem. Estabece-se a relação: sinal  transmitido / sinal recebido.</p></blockquote>
<blockquote><p>2. Sintaxe –  faz-se uma avaliação do sequenciamento e do posicionamento dos símbolos  nesta seqüência. Esta avaliação demonstra as regras pelas quais os  símbolos são utilizados e o conteúdo de uma seqüência específica de  símbolos.<br />
Estabelece-se a relação: código utilizado / código compreendido.</p></blockquote>
<blockquote><p>3.  Semântica – faz-se uma avaliação do conteúdo de cada seqüência  específica de símbolos em relação à seqüência toda. Obtem-se o  significado da mensagem modificada. Estabelece-se a relação: idéia  comunicada / sentido compreendido.</p></blockquote>
<blockquote><p>4.  Pragmática – faz-se uma avaliação da relação da mensagem em relação ao  contexto onde ela aparece. Estabelece-se a relação: ação esperada / ação  implementada.</p></blockquote>
<blockquote><p>5. Apobética – faz-se uma  avaliação do propósito da mensagem em relação ao contexto onde ela deve  ser implementada. Estabelece-se a relação: propósito a ser atingido /  resultado obtido.</p></blockquote>
<p>Uma ilustração prática desses 5 níveis pode ser obtida por meio da pedra de Rosetta.</p>
<p>Os  símbolos nela encontrados poderiam ser meros símbolos ornamentais ou  uma mensagem armazenada naqueles símbolos. Jean François Champollion  decifrou os símbolos egípcios enigmáticos, revelando que neles havia uma  mensagem.</p>
<p>Aplicando-se os testes de avaliação na pedra de Rosetta obtem-se:</p>
<blockquote><p>1. Estatística:</p>
<blockquote><p><strong>14</strong> linhas em hieróglifos<br />
<strong>32</strong> linhas em demótico (escrita egípcia cursiva)<br />
<strong>54</strong> linhas em grego,<br />
<strong>1419</strong> símbolos heroglíficos (116 diferentes)<br />
<strong>468</strong> palavras gregas.</p></blockquote>
</blockquote>
<blockquote><p>2. Sintaxe: as seqüências de símbolos formam palavras, cada qual com um significado específico.</p></blockquote>
<blockquote><p>3. Semântica: a mensagem é uma homenagem feita ao rei Ptolomeu pelos sacerdotes de Memphis por volta do ano 196 a.C.</p></blockquote>
<blockquote><p>4. Pragmática: a homenagem deveria tornar-se conhecida por todos os povos.</p></blockquote>
<blockquote><p>5. Apobética: a mensagem tornou-se conhecida até os dias atuais.</p></blockquote>
<p>Um  estudo similar pode ser feito com o DNA (ácido deoxirribonucleico),  avaliandose e o sequenciamento encontrado nele é informação ou resultado  de processos aleatóreos.</p>
<blockquote><p>1. Estatística: número de símbolos utilizados, frequência e ordem na seqüência<br />
Seqüências das quatro letras químicas ATCG.</p></blockquote>
<blockquote><p>2. Sintaxe: sequenciamento e posicionamento dos símbolos<br />
Seqüência dos nucleotídeos</p></blockquote>
<blockquote><p>3. Semântica: conteúdo das seqüências de símbolos<br />
Seqüência dos aminoácidos</p></blockquote>
<blockquote><p>4. Pragmática: ação esperada<br />
Formação de proteínas</p></blockquote>
<blockquote><p>5. Apobética: resultado a ser atingido<br />
Preservação e propagação da vida</p></blockquote>
<p>O  código encontrado no DNA é uma mensagem. Sua origem é  inquestionavelmente de uma fonte inteligente e não de processos  aleatóreos e randômicos. (O contrário seria o mesmo que tentar provar  que a origem dos códigos encontrados na pedra de Rosetta é a  aleatoriedade, tendo sido esculpidos pelos agentes do tempo, tais como  vento e chuva, durante longos períodos de tempo.) Portanto, para o  estabelecimento da origem da vida, torna-se crucial o estabelecimento da  origem da mensagem contida no DNA, muito mais do que o estabelecimento  da origem das suas demais características físico-químicas, tais como a  sua estrutura tridimencional e os elementos químicos da sua composição.</p>
<p>A  implicação científica de tal determinação, evidenciando que a origem da  mensagem ali contida não pode ser naturalista, é que a origem da vida  não pode ser traçada de volta a uma série de processos cegos aleatórios,  mas sim a um design inteligente.</p>
<p>Embora aplicando-se ao DNA a  mesma metodologia que é aplicada para estabelecer se sinais vindos do  espaço são provenientes de uma fonte inteligente, e obtendo-se no caso  do DNA um resultado positivo quanto a uma origem inteligente, causas  naturalistas continuam sendo atribuídas tanto ao aparecimento do DNA  quanto da vida.</p>
<p>Este artigo está baseado numa parte do Capítulo 2  “A Origem da Informação: Design Inteligente” do livro “Como Tudo Começou  – Uma Introdução ao Criacionismo”</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/d3rf.wordpress.com/291/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/d3rf.wordpress.com/291/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=d3rf.wordpress.com&#038;blog=1749941&#038;post=291&#038;subd=d3rf&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>O CARÁTER CIENTÍFICO DA DOUTRINA DA EVOLUÇÃO</title>
		<link>http://d3rf.wordpress.com/2010/07/07/o-carater-cientifico-da-doutrina-da-evolucao/</link>
		<comments>http://d3rf.wordpress.com/2010/07/07/o-carater-cientifico-da-doutrina-da-evolucao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 02:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fiuza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criacionismo]]></category>
		<category><![CDATA[criacionistmo]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria da Evolução]]></category>

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		<description><![CDATA[ Torna-se cada vez mais evidente que a evolução não é sequer uma boa teoria científica. Por exemplo, os evolucionistas afirmam que a vida surgiu naturalmente a partir de matéria inerte, mesmo sem existirem evidências a favor da geração espontânea. A explicação criacionista nesse particular é mais simples e também mais adequada.

O evolucionismo não se apresenta nem como uma teoria, nem como uma hipótese, mas como um dogma ou doutrina. Ele não se enquadra corretamente na “ciência natural”, mas sim no domínio da filosofia, por ser um postulado materialista.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=d3rf.wordpress.com&#038;blog=1749941&#038;post=288&#038;subd=d3rf&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: Sociedade <a title="Sociedade Criacionista Brasileira" href="http://www.scb.org.br/" target="_blank">Criacionista Brasileira</a></p>
<p>Link do original: <a href="http://www.scb.org.br/artigos/FC01-27a42.asp" rel="nofollow">http://www.scb.org.br/artigos/FC01-27a42.asp</a></p>
<p>Autor: Willem J. Ouweneel, Pesquisador Associado em Genética Experimental em Utrecht,  Holanda,com Ph.D. na Faculdade de Matemática e Ciências Naturais.</p>
<p>Resumo</p>
<p>Torna-se cada vez mais evidente que a evolução não              é sequer uma boa teoria científica. Por exemplo, os              evolucionistas afirmam que a vida surgiu naturalmente a  partir de              matéria inerte, mesmo sem existirem evidências a favor              da geração espontânea. A explicação              criacionista nesse particular é mais simples e também              mais adequada.</p>
<p>O evolucionismo não se apresenta nem como uma teoria, nem              como uma hipótese, mas como um dogma ou doutrina. Ele não              se enquadra corretamente na “ciência natural”, mas              sim no domínio da filosofia, por ser um postulado  materialista.</p>
<p>Com o exame de seis requisitos,            conclui-se que a teoria da evolução falha naquilo que            se deve exigir de qualquer postulado ou concepção  “científica”.            Finalmente, embora nem o criacionismo nem o evolucionismo  sejam estritamente            um conceito “científico”, deve ser preferido o criacionismo            devido a ser ele mais consistente com o nosso conhecimento, e  ser ao            mesmo tempo baseado na Palavra de Deus.</p>
<p><span id="more-288"></span><img src="http://www.scb.org.br/inspiracao/naturezaviva/img0205/24-5-3.jpg" alt="" width="262" height="359" /></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="3" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr align="left">
<td colspan="2" align="left" valign="top">As origens e os fatos científicos</p>
<p>No século passado, quando os pontos de vista de Darwin  conquistavam              o mundo científico, eles indubitavelmente tiveram o mérito              de dar origem a pesquisas extensivas quanto à variabilidade              dos organismos vivos, e quanto a evidências concretas  relativas              às variações.</p>
<p>Deve ser lamentado, entretanto, que muitos biologistas se  tornaram              tão entusiasmados pela teoria que foram muito além dos              fatos concretos. Eles ligaram estes fatos com uma filosofia  materialista,              indo muito além do horizonte puramente científico. Dessa              maneira, os pontos de vista evolucionistas cresceram para se  tornar              uma doutrina todo abrangente.</p>
<p>Mas estaríamos completamente errados se chamássemos              tal doutrina de teoria científica. Qualquer teoria  “científica”              deve ser baseada em fatos científicos, e não em especulação.               É dificilmente acreditável que, por exemplo, Grassé              (1) pudesse escrever: “Os biologistas estão profundamente              convencidos de que a evolução é um fato inquestionável”.</p>
<p>A evolução, no senso lato, (isto é, descendência              de todos os organismos vivos a partir de ancestrais comuns, e  estes              do mundo inorgânico) não é nem um fato estabelecido              completamente, nem mesmo uma conjectura baseada em fatos. É              uma conjectura baseada em pontos de vista filosóficos  materialistas,              opostos aos anteriores pontos de vista criacionistas, mas  por si mesmos              não mais “científicos” do que eles.</p>
<p>Todo autor de livro-texto que tenta provar a doutrina da  evolução              apresenta um grande número de fatos, todos eles relativos a              variações (isto é, mudanças dentro das              “espécies” bíblicas), mas nunca provando              a transformabilidade da “espécie”. Esses fatos              reais relativos a variações são aceitos de coração              pelo criacionista que, entretanto, se reserva a si mesmo o  direito              de não extrapolar esses fatos de maneira evolucionista, mas              de interpretá-los de maneira bíblica.</p>
<p>É muito compreensível que para muitos cientistas o              ponto de vista materialista da evolução possa parecer              muito mais lógico e aceitável. Um cientista pode relutar              em introduzir um “deus ex machina” no seu campo científico,              mas esse fato essencialmente nada tem a ver com ser ou não              correto esse ponto de vista. A “verdade” jaz além              do horizonte das ciências naturais, num nível teológicos              e torna-se conhecida somente pela revelação, e não              pela investigação.</p>
<p>É portanto incorreto acusar de serem “não científicos”              aqueles que acreditam que a criação explica estes fatos              científicos. Da mesma maneira poder-se-ia dizer que são              “não científicos” aqueles que aceitam fatos              científicos mas que também acreditam na evolução,              a qual por sua vez, não é um fato científico.              O evolucionismo compreende tanto a explicação de certos              fenômenos (processos repetitivos), como a descrição              de processos históricos (não repetitivos, mas documentados).               Ambos esses elementos podem ser aceitos como “fatos” somente               se os “processos repetitivos” postulados tiverem sido              observados ou reproduzidos experimentalmente e somente se os  acontecimentos              supostamente históricos tiverem sido suficientemente  documentados.              De ambas as maneiras os evolucionistas têm falhado  completamente,              enquanto os criacionistas acham confirmação dos seus              pontos de vista em muitos campos científicos, como veremos.</p>
<p>Apesar disto, a maior parte dos cientistas acredita  firmemente na              macroevolução, se não por outra razão,              por repudiarem a alternativa criacionista e supervalorizarem  o método              científico natural. Um dos fundamentos deste método              é a unidade principal de tudo que varia. Desta maneira,  quando              os fósseis apontam para a variabilidade, isso deve ser  entendido              como “consangüinidade”, pois de outra maneira a  possibilidade              de uma explicação científica natural deixaria              de existir [Van Melsen (2) ]. Eu acho que isto é uma  grosseira              supervalorização, porque nós não estamos              interessados precipuamente num mais elegante método de  raciocínio,              mas sim na verdade. De fato, existe a mesma possibilidade de  se entender              a unidade dos organismos como devida a um projeto criativo  comum,              implicando naturalmente um Criador, o que por outro lado não               deixa de ser também um raciocínio “elegante”.</p>
<p>Portanto compararei, primeiramente, de uma maneira tão  objetiva              quanto possível, as abordagens criacionista e evolucionista,               como métodos “científicos” do ponto de vista              teórico, tentando depois mostrar que mesmo para o cientista              que não conhece a Palavra de Deus, desde que não tenha              ele preconceitos materialistas, deveria ser evidente que a  doutrina              da evolução, ainda que sendo uma filosofia interessante,              não preenche nenhuma das condições que uma hipótese              científica deveria razoavelmente satisfazer.<br />
As origens e as hipóteses  básicas</p>
<p>Uma objeção sempre levantada contra os criacionistas              é que eles a priori admitem a existência de um Deus Criador,               enquanto que a ciência natural pura alardeia não ter              hipóteses a priori, e ser sem preconceito e objetiva [Van  den              Bergh (3) ]. Mas esse mesmo cientista admite (4) que a  invariabilidade              dos fenômenos naturais é o fundamento e a razão              de ser da ciência natural. Mas tem essa invariabilidade sido               provada de uma maneira irrefutável? Não, isso é              impossível, pois ela é por si mesma uma hipótese,              a priori, ou uma premissa. É um axioma de grande  importância,              realmente, mas não deixa de ser somente uma hipótese.</p>
<p>Ainda mais, a hipótese da invariabilidade não é              tão evidente por si mesma como possa parecer, porque como  postulado              excluiria de fato os milagres sobrenaturais. Entretanto, os  materialistas              devem excluir a priori a existência de Deus, pelo menos de  um              deus que intervenha na natureza. Isso significa que tanto o  criacionismo              como o materialismo (evolucionismo) estão fundados em  hipóteses              a priori, isto é, ou que Deus existe ou que Deus não              existe.</p>
<p>Alguns dizem, entretanto que é mais razoável negar              a existência daquilo que é não-observável,              do que admiti-lo. Dizem mais, ainda, que se tem razão de ser               esta premissa dos criacionistas, de que Deus existe e que as  suas              obras são observáveis na natureza, ela deveria satisfazer              pelo menos duas exigências razoáveis:</p>
<p>(1) como hipótese, deveria ser verificável, e<br />
(2) não deveria ser mais complicada do que o necessário              para explicar os fenômenos observados.</p>
<p>Quando estas exigências são aplicadas às premissas              do criacionismo discute-se que</p>
<p>(a) a existência de Deus não pode ser verificada por              experiências científicas, e os fatos não podem              mostrar conclusivamente que a natureza seja o trabalho das  mãos              de Deus;<br />
(b) não é necessário postular a existência              e a atividade de um Ser Supremo, porque todos os fenômenos  naturais              podem ser explicáveis de uma maneira simples, natural.</p>
<p>Portanto, a existência de Deus deveria ser excluída              do nosso pensamento natural científico.</p>
<p>Lógicas como possam parecer estas proposições,              elas não são válidas totalmente. O ponto (a),              por exemplo, simplesmente indica a limitação da ciência              natural, pois quem garante que a realidade observável é              a única e completa realidade? Se isto fosse considerado,  dever-se-ia              criar uma terceira hipótese a priori da ciência natural,              para não mencionar ainda um quarto axioma necessário,              de que os nossos órgãos sensores e nossos métodos              de medida exprimem um quadro concordante da realidade total.</p>
<p>O ponto (b) é de fato um postulado muito útil ao lidar-se              com objetos e processos que podem ser observados e medidos  hoje em              dia. O mesmo não acontece, entretanto, quando se lida com  fenômenos              naturais que não são observáveis, e que têm              um caráter excepcional. O melhor exemplo de tais exceções              é a origem da vida na Terra.</p>
<p>Poder-se-ia dizer que este é um problema que não se              enquadra estritamente dentro da ciência natural. Isto seria              então um reconhecimento honesto das limitações              da ciência natural, porque a origem da vida é de fato              um fenômeno excepcional e único, inteiramente afastado              da nossa observação, enquanto que a observação              é supostamente o fundamento do método científico              natural.</p>
<p>Por outro lado, poder-se-ia dizer que a origem da vida é um               fenômeno natural e que o seu exame portanto cai dentro do  assunto              “ciência natural”. Mas isto nos colocaria diante              de um dilema inevitável – por um lado deve-se supor que              a vida originou-se de matéria inanimada, e por outro lado  está-se              convencido de que não existe a “geração              espontânea”!</p>
<p>Esse dilema não pode ser resolvido. Mesmo que um cientista              fosse capaz de criar a vida no laboratório, ele teria  mostrado              somente como a vida poderia ter-se originado, mas do ponto  de vista              da filosofia natural não estaríamos um milímetro              mais perto da resposta à pergunta de como a vida se originou               realmente.<br />
Simplicidade de explicação</p>
<p>Quando se consideram as duas exigências que uma hipótese              deveria satisfazer, gostaríamos de perguntar:</p>
<p>(a) qual explicação é mais “simples”              de ser admitida – que a vida se originou por um ato criativo               sobrenatural único, ou que a vida originou-se por geração              espontânea, um processo no qual os cientistas na sua maior  parte              não acreditam?<br />
(b) como poderíamos verificar se a vida se originou por  criação              ou por geração espontânea?</p>
<p>Este problema, pela sua natureza, não pode ser resolvido  cientificamente.              No máximo poder-se-ia mostrar como a vida poderia ter-se  originado.              Mas, mesmo assim, nada mais se poderia fazer do que imitar o  ambiente              no qual se supõe essa origem ter tido lugar, e esperar  (talvez              durante séculos) para ver se a vida se originaria então              naquele ambiente.</p>
<p>Na realidade, sabe-se muito bem que uma grande habilidade  técnica              e um alto nível de inteligência seriam necessários              para produzir a vida num tubo de ensaio. Se o protoplasma  vivo pudesse              algum dia ser sintetizado, então os cientistas naturais  teriam              simplesmente demonstrado que a vida somente poderia ter-se  originado              através da atividade de uma grande inteligência.</p>
<p>Pode-se concluir, portanto, dizendo que:<br />
(a) a  explicação              mais simples pode ser a criacionista, e devido às limitações               da ciência natural um cientista não tem o direito ou              razão de rejeitar esta explicação formalmente;              e<br />
(b) uma explicação de um fenômeno natural pode              ser correta, ainda que a verificação dentro da estrutura              da ciência natural possa ser impossível.</p>
<p>Isto mostra que o criacionismo cobre um domínio muito maior               do que o evolucionismo, porque investiga além do natural, em               direção ao sobrenatural – este último não              por imaginação, mas por revelação.</td>
</tr>
<tr align="center" valign="middle">
<td colspan="2"><img src="http://www.scb.org.br/filosofiadasOrigens/imagens/flor.jpg" alt="" width="426" height="90" /></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="TOP">Dogma              evolucionista</p>
<p>Atenção estrita será dada agora ao caráter              científico do evolucionismo. No título deste artigo,              a evolução é chamada de “doutrina”,              e talvez seja esta a melhor maneira de descrevê-la, porque  ela              é um dogma que é ensinado com um apelo à credibilidade.              Delfgaauw (5) discutiu o problema de chamar-se o  evolucionismo uma              tese, uma hipótese ou uma teoria.</p>
<p>A evolução não pode ser uma tese, porque uma              tese deve ser provada, enquanto que a doutrina da evolução              é não-provada e também não-palpável.              No máximo poder-se-iam citar argumentos de probabilidade,  mas              não se pode provar que um suposto processo histórico              que não está documentado tenha realmente tido lugar.              As supostas conseqüências da evolução são              documentadas, mas não o próprio processo de evolução.</p>
<p>É a doutrina da evolução uma hipótese?              Uma hipótese serve para correlacionar certos fenômenos              observados, e de fato esta é também uma função              da doutrina da evolução. Mas há uma grande diferença.              Na ciência, as hipóteses têm sempre uma existência              temporária, desaparecendo tão logo hipóteses              mais satisfatórias sejam achadas. Mas a doutrina da evolução               não tem nenhuma alternativa na ciência natural. Mesmo              quando um grande volume de dados é achado em contradição              a esta doutrina, ela tem permanecido, porque os  materialistas nada              têm em substituição. Eles simplesmente recusam-se              a olhar além do seu campo visual, e sob certo ponto de vista               estão eles corretos, porque isto os faria metafísicos,              filósofos naturais ou mesmo teólogos.</p>
<p>Mas ao assim agirem, têm eles então o direito de procurar              uma explicação que, como eles mesmos admitem, evidentemente              não pode ser dada dentro da estrutura da ciência natural?              E quando eles dão uma explicação, pode ela possivelmente              ser algo mais também do que uma filosofia, apesar de má              filosofia? Delfgaauw reconhece isto de alguma maneira. Ele  mostra              que a doutrina da evolução não pode ser uma hipótese,              porque não pode ser substituída por uma outra hipótese.              Portanto, ela também não é uma teoria, porque              uma teoria é uma maneira de pensar (a respeito de algum  campo              da ciência) que também deveria ser substituível              por uma outra, o que para o materialista é impossível.</p>
<p>Portanto, Delfgaauw conclui que a doutrina da evolução              é um “postulado”, isto é, uma exigência              feita ao raciocínio, de tal maneira que, desejando-se pensar               a respeito de um certo domínio da realidade, dever-se-ia  pensar              de acordo com esta exigência ou dever-se-ia não pensar.              Este é um ponto de vista honesto mas muito característico              de um materialista; simplesmente recusar-se a pensar de uma  outra              maneira, a não ser que seja aquela maneira do materialismo.              Mas o materialismo nada mais é do que uma espécie de              filosofia, e por que não se deveria também ter o direito              de aceitar outra filosofia, como por exemplo, o  criacionismo?</p>
<p>Quando se reconhece que o evolucionismo não se enquadra  estritamente              dentro da “ciência natural”, está-se apto              a reconhecer muitos aspectos em que o evolucionismo se torna  realmente              não científico. Tem sido notado que a doutrina da evolução              não oferece alternativa dentro da ciência natural. Portanto,               ela é um postulado materialista. Mas é este um postulado              “científico”?</p>
<p>Um postulado verdadeiramente  científico              deve satisfazer estes seis critérios:</p>
<p>(1) Deve estar em acordo com as principais leis da ciência              natural e da matemática.<br />
(2) Não deve ser mais complicado do que o necessário              para a explicação dos fenômenos observados.<br />
(3) Deve dar origem a conclusões que possam ser controladas              por observações posteriores (experimentais).</p>
<p>(4) Não se devem conhecer dados que não se enquadrem              dentro do postulado.<br />
(5) É aceitável somente se hipóteses alternativas              se tenham mostrado erradas ou menos satisfatórias.<br />
(6) A sua confiabilidade é inversamente proporcional ao  número              de postulados não provados nos quais ele está fundamentado.</p>
<p>Como satisfaz a doutrina da evolução               estas exigências? Vejamos ponto por ponto.</p>
<p>(1) Um postulado  científico              deve estar de acordo com as principais leis da matemática e              da ciência natural.</p>
<p>A evolução mostra uma dolorosa falta de coordenação              entre os vários campos das ciências exatas. É              um bem conhecido fenômeno que cada cientista sente as  dificuldades              da doutrina da evolução no seu próprio campo,              mas imagina que a doutrina esteja suficientemente apoiada em  outros              campos. Nesse sentido, todo biologista deveria saber que a  doutrina              está em contradição com os princípios              fundamentais da matemática, da física e da geologia.</p>
<p>Matemática &#8211; Em 1966 foi               realizado (6) um simpósio de matemáticos e biologistas              para discutir a incompatibilidade estatística existente  entre              a singularidade e a complexidade do gene e a teoria da  seleção              natural de mutações aleatórias. Parece que os              matemáticos não entendiam os biologistas e vice-versa.              Concordo com Salisbury (7) que somente os doutores M. Eden e  M. P.              Schützenberger realmente pareciam compreender o problema.  Esses              dois homens concordaram em que a origem e o desenvolvimento  da vida,              do ponto de vista evolucionista, eram altamente improváveis!</p>
<p>Física &#8211; A mesma  discrepância              é sentida entre a Física e a Biologia. Os físicos              descobriram, como uma das principais leis do universo, a  Segunda Lei              da Termodinâmica. Eles asseveram que num sistema fechado  (isto              é, um sistema no qual é impossível a troca de              energia com o ambiente), a entropia (isto é, a tendência              para converter a energia cinética em calor) tende a  aumentar.              Sabe-se que esta lei tem validez universal, pois ela explica  a tendência              do universo para um nível mais baixo de ordem e organização.               Isto é evidenciado pelo “envelhecimento” do universo              e pela desintegração de estrelas complexas e dos metais              radioativos.</p>
<p>Isto está em contraste gritante com um outro princípio              (a evolução) inventado pelos biologistas, que por sua              vez implica numa tendência do universo para um mais alto  nível              de ordem e organização. Ninguém ainda resolveu              satisfatoriamente esta discrepância. De fato, tem sido  objetado              que a lei da entropia é somente válida para um sistema              fechado enquanto que num sistema aberto (como a Terra) a  entropia              poderia temporariamente decrescer. Mas em primeiro lugar não               há razão alguma para não se considerar o universo              como um sistema fechado. Em segundo lugar, o mencionado  decréscimo,              na realidade, é somente temporário e não pode              ser levado em conta para o estabelecimento de um princípio              de tão (suposta) geral validez em todo o universo, como é              o princípio da evolução.</p>
<p>Bok (8) tentou resolver este problema da origem da vida  supondo que              os organismos superiores tivessem um mais elevado grau de  entropia              (isto é, um nível mais baixo de energia) do que os  organismos              inferiores e a matéria inerte. Dessa maneira tentou  harmonizar              a evolução com a entropia, dizendo que a entropia leva              à origem de maiores macromoléculas, porque estas têm              um nível de energia mais baixo; portanto a origem da vida  teria              sido inevitável. Mas isso assimila as maiores macromoléculas               aos organismos vivos – um ponto de vista que não leva              em conta a compreensão da extremamente alta especificidade              das células vivas.</p>
<p>A entropia é um princípio básico, que envolve              tão somente a desorganização da natureza, e não              um avanço evolucionista. O aumento e o armazenamento da  energia              é sempre temporário e muitas vezes cíclico (por              exemplo, na ontogênese e no envelhecimento do corpo humano)              e termina sempre em colapso, decaimento e morte. Observamos  também              isto em Biologia: a herança genética está sujeita              a mutações, mas estas são quase sempre deletérias              ao organismo, e levam a uma mais baixa viabilidade e  fertilidade,              Da mesma maneira, as formas cultivadas sempre involuem para o  seu              estado natural originário quando são deixadas a si mesmas.              A suposta história evolucionista do homem é uma grande              prova de degeneração, e não de evolução;              os restos humanos mais antigos conhecidos (achados em  Calaveras e              Castenedolo) são inteiramente semelhantes ao homem de hoje.</p>
<p>Geologia &#8211; Uma terceira  área              de discrepância é conhecida, entre a Geologia e o  evolucionismo.              Quando o principio de uniformidade de Lyell é compreendido              somente como expressão da validez geral das leis naturais,              nada está errado. Mas quando ele se contrapõe à              teoria do catastrofismo (Cuvier) como era intenção de              Lyell, devemos tomar cuidado.</p>
<p>Admite-se que todos os estratos geológicos devem ter-se  originado              por inundações, e que talvez todos os fósseis              devam a sua origem a uma catástrofe. Sob condições              normais não surgem fósseis. O que são as épocas              glaciais senão uma espécie de cataclismo? Surgiram os              cemitérios de mamutes na Sibéria e os peixes e moluscos              nos Alpes sob condições de “uniformidade”?              E como se pode explicar a seqüência inversa dos estratos              geológicos ao longo de milhares de quilômetros quadrados              (por exemplo, em Montana, no Canadá, e em outros lugares)?</p>
<p>O princípio da uniformidade é a base fundamental de              todos os métodos de datação; mas é ele              um método fidedigno? Sabe-se que a velocidade de  sedimentação              é muito variável. E quanto aos métodos radioativos,              como se pode saber se o chumbo numa formação rochosa              é ou inteiramente radiogênico ou parcialmente primordial?              Como se pode mostrar que a radiação cósmica foi              sempre uniforme? Isso obviamente não pode ser verdadeiro sob               o próprio ponto de vista evolucionista, que supõe como              necessárias para a origem da vida condições atmosféricas              completamente diferentes das atuais. Sinais de vegetação              polar luxuriante em épocas remotas apontam para condições              atmosféricas diferentes, ao mesmo tempo em que erupções              vulcânicas também sabidamente alteram consideravelmente              essas condições. Todas essas alterações              influenciam as radiações cósmicas e confundem              as nossas datações das rochas.</p>
<p>(2) Um postulado  científico              não deve ser mais complicado do que o necessário para              a explicação dos fenômenos observados.</p>
<p>Esta exigência nos lembra das muitas hipóteses auxiliares              que têm sido introduzidas na geologia, taxonomia, genética,              paleontologia, etc., para tornar a doutrina da evolução              mais aceitável.</p>
<p>O geólogo, por exemplo, vê-se              a braços com os seguintes problemas:</p>
<p>(a) Em Montana, uma  seqüência              invertida dos estratos geológicos é achada ao longo              de milhares de quilômetros quadrados, sem nenhum sinal de um               cataclismo; como isto pode ser explicado?<br />
(b) Em nenhum lugar,  mais do              que dois ou três “períodos” geológicos              são encontrados um acima do outro. Afirma-se que a coluna  geológica              completa compreende uma profundidade de cerca de 150  quilômetros              enquanto que os estratos geológicos raramente têm uma              profundidade de mais do que 800 metros.<br />
(c) Não há uma              única prova independente de que o Devoniano, por exemplo, de               fato ocorreu em lugares diferentes ao mesmo tempo.<br />
(d) Em nenhum local se  apresenta              em estratos a origem evolucionista de qualquer espécie de  animal              ou de planta.<br />
(e) Tem sido  publicamente admitido              que a noção dos fósseis índices é              baseada num ciclo vicioso: eles indicam a idade de uma rocha  na qual              são achados, enquanto que eles mesmos são datados através              da suposta idade da rocha à qual pertencem. Podem todos  estes              problemas ser resolvidos ou há possivelmente algo errado com               a coluna geológica?</p>
<p>O taxonomista também conhece o seu dilema próprio.              Seu sistema taxonômico tem-se tornado interessante porque  refletiria              a evolução dos organismos vivos, entretanto, ao mesmo              tempo em que ele tem de admitir que todos os organismos  constantes              do seu sistema estão ainda vivos, deve também admitir              que eles não descenderam uns dos outros, mas sim de supostos               ancestrais comuns. Portanto, ele tem de introduzir uma  hipótese              auxiliar para explicar porque muitas formas primitivas  permaneceram              mais ou menos imutáveis, enquanto que outras sofreram uma  evolução              rápida e drástica.</p>
<p>O geneticista evolucionista deve  fugir dos              seguintes fatos estabelecidos:</p>
<p>(a) As espécies não              se transformam;<br />
(b) Quase todas as  mutações              não são benéficas;<br />
(c) A produção              de órgãos e organismos especializados através              da seleção natural de mutações aleatórias              é inaceitável estatisticamente.</p>
<p>O evolucionista pode vencer estes obstáculos existentes para               a doutrina da evolução somente através de hipóteses              auxiliares não provadas e não prováveis.</p>
<p>Tais hipóteses são também              necessárias ao paleontologista para evitar os seus problemas               evolucionistas, tais como:</p>
<p>(a) Por que não  existem              formas intermediárias e transicionais?<br />
(b) Por que não são              conhecidos órgãos nascentes?<br />
(c) Por que são os  fósseis              tão descontínuos quanto às formas atuais?<br />
(d) Por que  dificilmente existe              (se existir) um fóssil no Pré-cambriano? (ainda que              3/4 da suposta história da vida deva ter-se desenvolvido  antes              do Cambriano!)<br />
(e) De onde provieram  os enormes              cemitérios de animais?<br />
(f) De onde provieram  todos aqueles              filos invertebrados no Cambriano de maneira tão repentina?              Qual foi a origem dos mamíferos no Terciário? De onde              surgiram repentinamente as Angiospermas?<br />
(g) Como é possível              que espécies que de acordo com a teoria são separadas              por intervalos de milhões de anos com relação              ao seu período de existência sejam, não obstante,              achadas algumas vezes juntas na mesma rocha [tais como as  supostas              impressões de Homo e Dinosauros no rio Paluxy (Texas) o os              crânios Wadjak encontrados por Dubois no mesmo estrato que o               Pithecanthropus, etc.]?</p>
<p>(3) Um postulado  científico              deve dar origem a conclusões que possam ser controladas por              observações (experimentais) posteriores.</p>
<p>Menciono agora outros aspectos da abordagem experimental  nos quais              a doutrina tem falhado. Experiências ecológicas e de              cruzamento têm mostrado que nenhuma variação transgride              os limites das espécies. As mutações podem ser              vantajosas num ambiente muito específico, mas são quase              sempre degenerativas. Híbridos selecionados retornam aos  seus              tipos ancestrais após livre cruzamento. Formas cultivadas  retornam              ao seu estado original.</p>
<p>Um grande problema para o evolucionista é também que              não se encontrou até agora macromutação              de espécie alguma com um alto valor seletivo. Também              a mutação ocorrendo em genes existentes não acarreta              a origem de novos genes. Adaptação conduz a variação              e não a transformação. A seleção              natural tende a eliminar as mutações e não a              favorecê-las, e seleção natural sem nenhuma conseqüência              evolutiva tem sido observada somente onde o homem criou  drasticamente              novas condições, com uma pressão seletiva muito              grande.</p>
<p>Mutações espontâneas nunca podem ser a causa              da origem de órgãos complicados ou organismos  especializados.              Além disso, órgãos complicados são úteis              somente se forem completos e desta maneira as formas  intermediárias              seriam eliminadas obviamente (órgãos nascentes nunca              foram encontrados). As mesmas mutações surgem muitas              vezes na história das espécies, e desaparecem tão              freqüentemente quanto surgem, fazendo com que as espécies              oscilem em torno do tipo original. Esses pontos são alguns              dos resultados da abordagem experimental, mas de maneira  alguma confirmam              o conceito de macroevolução.</p>
<p>(4) Não devem ser  conhecidos              dados que estejam fundamentalmente em desacordo com o  postulado.</p>
<p>De fato, muitos dos problemas  resumidos nas              seções anteriores são contradições              apresentadas à teoria da evolução. Muitos outros              poderiam ser acrescentados:</p>
<p>(a) A lei da  recapitulação              (dizendo que o desenvolvimento embriológico de um organismo              recapitula a sua filogenia), anteriormente um pilar da  doutrina evolucionista,              mostrou-se ser nada mais do que uma fraude de Haeckel.<br />
(b) As funções              de quase todos os assim chamados “órgãos vestigiais”              gradualmente se têm tornado conhecidas, de tal maneira que  estes              órgãos perderam o seu valor como “provas”              para a evolução; além disso, a sua existência              pode ser interpretada como uma evidência de regressão              (degeneração) e não de evolução.<br />
(c) A história da vida              de espécies diversas exibe degeneração, e não              evolução. O homem é o melhor exemplo disso, pois              as formas mais antigas são semelhantes ao homem  contemporâneo,              mas intermediariamente muitos tipos degenerativos surgiram  tais como              o homem de Neanderthal.</p>
<p>(d) A origem dos  protozoários              ou insetos antes dos seus predadores é impossível. Num              curto período de tempo eles teriam coberto todos os  centímetros              quadrados da superfície da Terra com uma grossa camada de  organismos.              Esse problema do equilíbrio natural é mui freqüentemente              desprezado; por exemplo, os vírus (as mais simples formas  “vivas”)              não poderiam ter surgido antes dos organismos superiores dos               quais eles são parasitas. Considerem-se as muitas plantas e              animais que são completamente dependentes uns dos outros e              pense-se nos ciclos alimentares naturais e nos ciclos  químicos,              e então se pergunte: como veio tudo isto a existir?<br />
(e) A paleobotânica é              de fato um grande problema para o evolucionista, que vê  formas              complexas freqüentemente aparecendo anteriormente às assim              chamadas formas mais simples, sem sinal algum de ancestrais,  achando              também freqüentemente aspectos supostamente “superiores”              e “inferiores” na mesma planta. Além disso, conhecem-se              muitas formas modernas que são (praticamente) idênticas              a espécimes fósseis antigos (algumas vezes mesmo grandes              intervalos de tempo são encontrados entre grupos  supostamente              relacionados entre si). Por outro lado, têm sido descobertas               algumas das características anatômicas que caracterizaram              um grupo particular, existindo também em supostos grupos  não-relacionados.              A filogenia completa das angiospermas de fato é um grande  mistério.(9)<br />
(f) A suposta evolução              do homem é contrária aos dados arqueológicos              e históricos. Se a humanidade realmente é tão              antiga quanto se julga, por que nunca produziu ela antes uma  civilização              peculiar? Como é possível que a civilização              tivesse sido organizada tão subitamente no Oriente Próximo,              somente cerca de 6000 anos atrás, e que esta civilização              desde então não se tenha tornado cada vez mais civilizada?              O centro da civilização simplesmente se deslocou  gradualmente              em direção ao oeste.</p>
<p>(5) Um postulado  científico              é aceitável suficientemente somente se hipóteses              alternativas tenham-se mostrado erradas ou menos aceitáveis.</p>
<p>Poderíamos sugerir duas alternativas para o evolucionismo:              o evolucionismo teísta (“Deus criou através do              processo de evolução”) e o criacionismo estrito.              O evolucionismo teísta (10) é uma fraca tentativa de              conciliar o evolucionismo com a Bíblia. A macroevolução              por ele definida é um sistema fechado no qual Deus não              é necessário.</p>
<p>Os evolucionistas teístas confundem a criação              com a Providência, fazendo Deus prisioneiro dos processos  naturais.              Ele criou porque esses processos ocorreram por si mesmos.  Uma aceitação              estrita do evolucionismo torna a fé em Deus, o  reconhecimento              do pecado, e a redenção, desnecessárias, como              Huxley freqüentemente tem triunfantemente mencionado. Os  evolucionistas              teístas têm-se rendido a esta doutrina, aparentemente              sem calcular as suas conseqüências.</p>
<p>Somente um criacionismo fundamentalista pode ser uma séria              alternativa ao evolucionismo. Mas somente poucas pessoas  sabem que              os criacionistas de fato podem dar explicações tão              ou ainda mais aceitáveis para muitos fenômenos naturais              do que os evolucionistas. Em muitas disciplinas, supostas  “provas”              da evolução têm sido apresentadas. Estas são              geralmente baseadas em círculos viciosos. Se se supõe              a teoria da evolução como verdadeira, certos fenômenos              tornam-se compreensíveis, e são então apresentados              como argumentos para a evolução.</p>
<p>Mas na realidade esses fenômenos não são argumentos              que vêm favorecer a evolução porque também              se tornam compreensíveis quando se admite a criação.              Por exemplo, as correspondências morfológicas entre os              organismos pode ser compreendida como resultante de uma  ascendência              comum, mas também pode ser compreendida como um planejamento               comum feito pelo Criador. Um plano tipológico comum, por  exemplo,              pode ser muito útil para uma maneira de vida semelhante, e              essa poderia muito bem ser a razão pela qual Deus criou  muitos              animais de acordo com um planejamento semelhante. Além  disso,              a teoria da ascendência comum não é consistente,              pois freqüentemente supõe “convergências”              suspeitas, que são melhor compreendidas através da  existência              de um Criador comum, do que através da evolução              (por exemplo, Mamíferos em contraposição aos              Marsupiais; o olho dos Vertebrados em contraposição              ao olho dos Cefalópodes).</p>
<p>O mesmo acontece em taxonomia: o sistema taxonômico pode  apontar              tanto a uma descendência comum como a um planejamento comum.               Como cientista, prefiro a última possibilidade, porque se a              evolução tivesse</p>
<p>existido, eu não poderia explicar as separações              bastante distintas entre as espécies. Na hipótese de              evolução, esperaria uma transição muito              menos descontínua entre as espécies, e também              não saberia explicar como os organismos inferiores poderiam              ter evoluído de ancestrais mais antigos sem nenhuma  alteração              importante, enquanto que os organismos superiores teriam  evoluído              dos mesmos ancestrais sofrendo muitas alterações. De              fato, o sistema taxonômico não tem nada a ver com um              suposto pedigree.</p>
<p>O mesmo é verdadeiro com relação aos assim chamados              órgãos vestigiais, se realmente existir algum. Eles              poderiam apontar ou para uma ascendência comum ou para um  planejamento              criativo comum. Aqui, novamente, prefiro a última hipótese,              porque os órgãos vestigiais, se na realidade são              mesmo “vestigiais”, entendem-se facilmente como degeneração              e não como evolução, sendo classificados como              desvios posteriores relativos ao planejamento criativo.</p>
<p>O dilúvio bíblico pode também ser responsável              por muitas das chamadas “provas” da evolução.              A Paleontologia e a Geologia ou nos ensinam a história da  vida,              ou a deposição de sedimentos e organismos durante o              dilúvio. Seria suficiente referir-se aqui ao trabalho de  Morris              e Whitcomb (11) que mostram que os argumentos apresentados  para a              coluna geológica são muito fracos para sustentá-la.              Mas todos estes argumentos, por outro lado são facilmente  compreendidos,              aceitando-se a criação e o dilúvio. Também              a distribuição geográfica dos organismos pode              muito bem ser explicada como tendo acontecido após o  dilúvio.              Não é meu objetivo resumir extensivamente todas as  evidências              existentes para a criação. Estou simplesmente tentando              responder se o evolucionismo, como doutrina, é  cientificamente              mais aceitável do que o criacionismo. Nesse ponto, a  genética              tem ajudado os criacionistas, porque tem mostrado nada mais  do que              o fato de as espécies serem variáveis mas não              transformáveis.</p>
<p>(6) A confiabilidade de  um postulado              científico é inversamente proporcional ao número              de postulados não provados no qual ele se baseia.</p>
<p>Isto é mais uma característica do que uma exigência              para um postulado científico. Mas o importante é que,              quando os fundamentos não provados de um postulado  científico              são muito numerosos, pode-se duvidar se realmente aquele  postulado              merece ser chamado de “científico”. Para crer na              evolução é necessário basear-se num grande              número de indicações provenientes de várias              disciplinas, que podem ser interpretadas como apoiando o  ponto de              vista evolucionista, mas que igualmente bem, ou mesmo até  melhor,              podem ser compreendidas sob o ponto de vista criacionista.</p>
<p>Mas é também necessário para os evolucionistas              aceitar um grande número de premissas que são muito              essenciais para os seus pontos de vistas, as quais não são              provadas, para as quais dificilmente há qualquer evidência,              e que muitas vezes são completamente improváveis. No              século passado isto não era um problema porque os defensores               do evolucionismo tinham a firme convicção de que a evidência               necessária para as suas suposições seria mais              cedo ou mais tarde certamente obtida.</p>
<p>Entretanto, os pilares do evolucionismo não puderam ser  sustentados              durante os últimos cem anos, mas foram, sim, enfraquecidos              de uma maneira contínua devido às novas evidências.              Neste sentido o evolucionismo nada mais é do que um  interessante              anacronismo. Ele se adaptava a uma época em que se  acreditava              na “geração espontânea” enquanto que              hoje se sente ser um dilema acreditar numa geração  espontânea              que não pode ocorrer. Naquela época também a              teoria da uniformidade de Lyell podia ser considerada a par  com as              teorias catastróficas, enquanto que hoje em dia sabe-se que              os geólogos nada mais fazem do que estudar cataclismos.</p>
<p>A evolução surgiu numa época em que 3/4 da sugerida              história da vida estavam completamente faltando nos  registros              fósseis, porque teriam tido lugar antes do Cambriano, e os              estudiosos acreditavam que o Pré-cambriano apresentaria uma              grande quantidade de fósseis que viriam ilustrar esta parte              que então faltava. Mas mesmo ainda hoje dificilmente existe              um único fóssil Pré-cambriano fidedigno. Isso              significa que, porque todos os fila dos Invertebrados estão              representados no Cambriano, os evolucionistas têm de aceitar               na base da fé, sem nenhuma evidência, que todos os vírus,              bactérias, plantas e animais são realmente  inter-relacionados.              Em segundo lugar, eles devem asseverar que os Metazoa se  originaram              dos Protozoa (o que também é dificilmente aceitável).              Em terceiro lugar eles devem acreditar que os fila dos  Invertebrados              são inter-relacionados e que os Vertebrados descendem dos  Invertebrados.</p>
<p>Os evolucionistas baseiam os seus pontos de vista na fé, e              assim não têm o direito de reprovar os criacionistas              pela sua crença num Criador. Não é preciso aceitar-se              o evolucionismo teísta também, porque não se              está convencido de maneira completa que os estratos  geológicos              representem vastos períodos geológicos. É um              fato estabelecido que cada rocha conhecida (desde o  Cambriano até              o Quaternário) tem sido achada superposta diretamente ao  Pré-cambriano.              Em nenhum lugar tem-se achado um trecho representativo da  suposta              coluna geológica, enquanto que em muitos lugares os estratos               são dispostos numa seqüência reversa, sem nenhum              traço de cataclismo secundário.</p>
<p>Desta maneira poder-se-ia prosseguir mencionando muitas  asserções              evolucionistas infundadas, que não têm encontrado apoio              no último século, Não admira, portanto, que especialmente              cientistas jovens levantem questões e tenham dúvidas              quanto à validez do evolucionismo. Seria irreal, entretanto              esperar que finalmente o evolucionismo fosse rejeitado.  Enquanto a              maior parte dos cientistas se recusar a aceitar que há uma              alternativa apresentada pela Palavra de Deus, apegar-se-ão              a sua doutrina inaceitável e refutada, por eles mantida como               a sua fé &#8211; a sua própria religião.<br />
Conclusão</p>
<p>Dois pontos foram ressaltados:</p>
<p>· Primeiro, que é errado dizer que o evolucionismo              é mais “científico” do que o criacionismo,              em meras bases lógicas e filosóficas. De um ponto de              vista objetivo, sem preconceitos, ambos são alternativas  equivalentes.</p>
<p>· Em segundo lugar, entretanto, em bases científicas              naturais o evolucionismo não satisfaz nenhuma das exigências               que seriam feitas a seu respeito.</p>
<p>Quanto aos fatos conhecidos até o presente deve ser claro              que o criacionismo deveria levar vantagem como sendo mais  consentâneo              com o nosso conhecimento da natureza. De fato, a fé Cristã              realmente não precisa de provas científicas para sua              consistência, mas por outro lado é importante reconhecer              que o criacionismo não é baseado numa fé cega,              desprezando a evidência indiscutível. Realmente, os seus              fundamentos, do ponto de vista científico, são melhores              e mais firmes do que aqueles do materialismo. Para aqueles  que acreditam              que todas as palavras da Escritura são a infalível Palavra              de Deus, isto não causa surpresa.</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" valign="TOP">Bibliografia(1) Grassé. P. P. 1966. L´évolution,              faits, expériences, théories (in) Biologie générale.              Ed. P. P. Grassé et al. Masson et Cie., Paris, p. 959.</p>
<p>(2) Van Melsen, A. G. M. 1968. Evolutie en Wijsbegeerte. Het  Spectrum,              Utrecht. p. 94.</p>
<p>(3) Van den Bergh, S. G. 1969. Inaugural Address. Utrecht,  pp. 5,              6.</p>
<p>(4) Loc. cit., p. 6.</p>
<p>(5) Delfgaauw, B. 1967. Evolutie en Filosofie (in) Evolutie  en de              Filosofie, de Biologie, de Kosmos. Het Spectrum, Utrecht,  pp. 12-23.</p>
<p>(6) Moorhead, P. S. and M. M. Kaplan, Editors. 1967.  Mathematical              challenges to the neo-Darwinian interpretation of evolution.  Wistar              Inst. Press, Philadelphia.</td>
<td align="center" valign="top"><img src="http://www.scb.org.br/inspiracao/naturezaviva/img0205/12-5-1.jpg" alt="" width="243" height="404" /></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" align="left" valign="TOP">(7)  Salisbury,            F. B. 1969. Natural selection and the complexity of the gene,  Nature,            224:342-343. Este é um interessante artigo sobre o assunto.</p>
<p>(8) Bok, S. T. 1963. Het ontstaan van het leven. Het Spectrum,  Utrecht.</p>
<p>(9) Howe, G. F. 1964. Paleobotanical evidences for a  philosophy of creationism,            Creation Research Society Annual, pp. 24-29,</p>
<p>(10) Ver, por exemplo, recentemente: Lever, J. 1969. Waar  blijven we?            J. H. Kok N. V., Kampen.</p>
<p>(11) Morris, H. M. and J. C. Whitcomb, Jr. 1961. The Genesis  flood.            Presbyterian and Reformed Publishing, Philadelphia.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/d3rf.wordpress.com/288/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/d3rf.wordpress.com/288/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=d3rf.wordpress.com&#038;blog=1749941&#038;post=288&#038;subd=d3rf&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Evidências para uma terra jovem por D. Russell Humphreys, Ph.D. parte 2</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 03:17:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fiuza</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Parte 1 caso não tenha lido Na parte 1, link acima, citamos evidências no universo, agora vamos para a própria terra. 3 &#8211; Não há lama (sedimentos), suficiente no fundo do mar Todos os anos a água e o vento corroem 25 bilhões de toneladas de imundície e rochas e depositam no fundo do oceano¹. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=d3rf.wordpress.com&#038;blog=1749941&#038;post=279&#038;subd=d3rf&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Evidências de uma Terra jovem parte 1" href="http://d3rf.wordpress.com/2009/12/19/evidencias-para-uma-terra-jovem-por-d-russell-humphreys-ph-d-parte-1/">Parte 1 caso não tenha lido</a></p>
<p>Na parte 1, link acima, citamos evidências no universo, agora vamos para a própria terra.</p>
<h2>3 &#8211; Não há lama (sedimentos), suficiente no fundo do mar</h2>
<h2 style="text-align:center;"><img src="http://oceanexplorer.noaa.gov/explorations/deepeast01/background/complexity/media/complexity1_600.jpg" alt="http://oceanexplorer.noaa.gov/explorations/deepeast01/background/complexity/media/complexity1_600.jpg" /></h2>
<p>Todos os anos a água e o vento corroem 25 bilhões de toneladas de imundície e rochas e depositam no fundo do oceano¹. Esse material tanto acumula, quanto perde sedimento (ex. lama), na rocha rídiga basaltica (vulcânica), no fundo do oceano. A maior profundidade de lama acumulada em todo oceano, incluindo a camada continental é de 400mentros².</p>
<p>O modo mais conhecido de remover essa lama do fundo do oceando é pela subducção de placa tectônica, ou seja, o fundo do oceano desliza para debaixo dos continentes .Segundo a literatura científica secular, esse processo remove 1 bilhão de toneladas por ano³. Assim todos saberm que os outros 24 bilhões simplesmente se acumulam. A esta taxa, a erosão depositaria o atual montante em menos de 12 milhões de anos, aqui está o problema, especula-se que a terra possua 4,5 bilhões de anos e segundo e os mesmo, e de acordo com a teoria evolucionária essa taxa existe desde o início.</p>
<p>Mas e ae, 12 milhões de anos está além do que a biblía diz, certo ? Ou como explicar isso ? Só com uma grande inundação que atingiria todo o globo terrestre, ou seja, o dilúvio.</p>
<h2>4 &#8211; Não há sódio suficiente no mar</h2>
<p><img src="http://www.reneguenon.net/MArRevolto.jpg" alt="http://www.reneguenon.net/MArRevolto.jpg" /></p>
<p>Todos os anos rios e outras fontes despejam 450 milhões de toneladas de sódio no oceano, dessa quantidade apenas 27% conseguem ser tirados<sup>4,5 </sup>.</p>
<p>Supondo que o oceano não possuia nenhum sódio no início a quantidade de sódio atual acumularia em 42 milhões de anos<sup>6</sup>.</p>
<p>Uma resposta da teoria evolucionário para isso é que no passado a taxa de entrada deveria ser menor do que a de saída, não se pode provar isso, mas se pode especular. Contudo um cálcula tão generosa quanto possível para a resposta evolucionária, daria o máximo de 62 milhoes de anos.<sup>6</sup></p>
<p>Outros cálculos para outros elementos da água darão sempre uma idade bem mais nova do que as supra-citadas.</p>
<p>Fontes</p>
<p><em>1. Gordeyev, V. V. et al., “The average chemical composition of suspensions in<br />
the world’s rivers and the supply of sediments to the ocean by streams,”<br />
Dockl. Akad. Nauk. SSSR 238 (1980) 150.</p>
<p>2. Hay, W. W., et al., “Mass/age distribution and composition of sediments on<br />
the ocean floor and the global rate of subduction,” Journal of Geophysical<br />
Research, 93, No B12 (10 December 1988) 14,933-14,940.</p>
<p>3. Maybeck, M., “Concentrations des eaux fluviales en elements majeurs et apports<br />
en solution aux oceans,” Rev. de Geol. Dyn. Geogr. Phys. 21 (1979)<br />
215.</p>
<p>4. Sayles, F. L. and P. C. Mangelsdorf, “Cation-exchange characteristics of<br />
Amazon River suspended sediment and its reaction with seawater,” Geochimica<br />
et Cosmochimica Acta 41 (1979) 767.</p>
<p>5. Austin, S. A. and D. R. Humphreys, “The sea’s missing salt: a dilemma for<br />
evolutionists,” in Proc. 2nd Internat. Conf. on Creationism, Vol. II, Creation<br />
Science Fellowship (1991).</p>
<p>6. Austin, S. A., “Evolution: the oceans say no!” ICR Impact No. 8 (Oct.<br />
1973) Institute for Creation Research.</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/d3rf.wordpress.com/279/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/d3rf.wordpress.com/279/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=d3rf.wordpress.com&#038;blog=1749941&#038;post=279&#038;subd=d3rf&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Evidências para uma terra jovem por D. Russell Humphreys, Ph.D. parte 1</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 19:12:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fiuza</dc:creator>
				<category><![CDATA[evidências criacionistas]]></category>
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		<category><![CDATA[galáxias]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Nenhum cientsita sério é contra a evolução&#8221;, cansei de ouvir isto, preconceito, dá uma olhada no resumo do currículo do  D. Russell Humphreys, Ph.D. 1 &#8211; Galáxias que giram muito rápido As estrelas de nossa galáxia, Via Lácte, giram em torno do centro de formas diferentes, as interiores giram mais rápido do que as exteriores. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=d3rf.wordpress.com&#038;blog=1749941&#038;post=275&#038;subd=d3rf&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Nenhum cientsita sério é contra a evolução&#8221;, cansei de ouvir isto, preconceito, dá uma olhada no <a href="http://creation.com/d-russell-humphreys-cv">resumo do currículo do  D. Russell Humphreys, Ph.D.</a></p>
<h2>1 &#8211; Galáxias que giram muito rápido</h2>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.funcap.ce.gov.br/noticias/maratona-da-via-lactea-como-voce-ve-a-galaxia-da-sua-cidade/image" alt="http://www.funcap.ce.gov.br/noticias/maratona-da-via-lactea-como-voce-ve-a-galaxia-da-sua-cidade/image" /></p>
<p style="text-align:left;">As estrelas de nossa galáxia, Via Lácte, giram em torno do centro de formas diferentes, as interiores giram mais rápido do que as exteriores. A velocida de rotação é tão rápida que se nossa galáxia possui mais que algumas centenas de milhares de anos, ela seria um disca descaracterizados, sem sinais sentidos,  de estrelas ao invés da forma de espiral que temos hoje.¹</p>
<p>Ainda assim, é dito que nossa galáxia tem em torno de 10 bilhões de anos. Os evolucionistas chamam isso de &#8220;the winding-up dilemma&#8221; o dilema da rotação, conhecido há mais de 50 anos. O interessante é que o mesmo dilema se aplica a outras galáxias.</p>
<p>A melhor teoria apontada para explicar isso é chamada de &#8220;Density Waves&#8221;, a qual têm inúmeros erros conceituais, tem de ser arbitrária e muito afinada, e ultimamente tem sido posta em causa por grave descoberta do telescópio espacial Hubble , a estrutura espiral muito detalhada no nucleo central da galaxia “Whirlpool” ².</p>
<h2>2 &#8211; Desintegração dos cometas</h2>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.lcsd.gov.hk/CE/Museum/Space/EducationResource/Universe/framed_e/lecture/ch10/imgs/comet_tail.jpg" alt="http://www.lcsd.gov.hk/CE/Museum/Space/EducationResource/Universe/framed_e/lecture/ch10/imgs/comet_tail.jpg" /></p>
<p>De acordo com a algumas afirmações evolucionista, os cometas possuem em torno de 5 bilhões de anos, ou seja, o mesmos anos do nosso sitema solar. Porém a cada  vez que o cometa orbita perto do sol ele perde tanto do seu material que seria impossível que ele sobrevivesse mais de 100 mil anos. Muitos cometas possuem idades típicas, aparentes, de 10 mil anos³.</p>
<p>A explicação evolucionista é que (a)os cometas provêm de uma esférica inobservada &#8220;Ood Cloud&#8221; muito além da órbita de plutão, (b) improvável interações gravitacionais com pouca freqüência, muitas vezes passando estrelas bater cometas no sistema solar, e (c) Outras improváveis interações com planetas diminuem a vinda dos cometas muitas vezes o suficiente suficiente para dar conta das centenas de cometas observados<sup>4</sup>. Até agora, nenhuma destas hipóteses foi confirmada, quer através de observações ou cálculos realistas.</p>
<p>Ultimamente, tem-se falado muito do &#8220;Cinturão de Kuiper&#8221;, um disco de supostas fontes cometa deitado no plano do sistema solar, apenas fora da órbita de Plutão. Mesmo se existir algums corpos de gelo no local, elas não suportariam o problema dos evolucionista, porque de acordo com a teoria do &#8220;Cinturão de Kuiper&#8221; seria rapidamente esgotada se não houver uma Ood Cloud para supri-lá.</p>
<p>Bem por enquanto falamos do universo, porém nos próximos iremos tratar de evidências na própria terra, aguardem.</p>
<p>Referências:</p>
<p>1. Scheffler, H. and H. Elsasser, Physics of the Galaxy and Interstellar Matter,<br />
Springer-Verlag (1987) Berlin, pp. 352-353, 401-413.<br />
2. D. Zaritsky et al., Nature, July 22, 1993. Sky &amp; Telescope, December 1993,<br />
p. 10.<br />
3. Steidl, P. F., “Planets, comets, and asteroids,” in Design and Origins in Astronomy,<br />
G. Mulfinger, ed., Creation Research Society Books (1983), pp.<br />
73-106.<br />
4. Whipple, F. L., “Background of modern comet theory,” Nature 263 (2 Sept<br />
1976) 15.<br />
5. Gordeyev, V.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/d3rf.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/d3rf.wordpress.com/275/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=d3rf.wordpress.com&#038;blog=1749941&#038;post=275&#038;subd=d3rf&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>É tempo de definição.</title>
		<link>http://d3rf.wordpress.com/2009/12/10/e-tempo-de-definicao/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 16:21:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fiuza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogroll]]></category>

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		<description><![CDATA[Criei outro blog o D3RF Teconologia SA trato lá de algo que gosto muito, novidades tecnológicas, vou &#8220;fuçar&#8221; toda a net em busca de gadgets novos e interessantes ! Quanto e esse blog, usa-lo-ei, para difundir e propragar minha crença. Falarei muito sobre a ciência por trás do criacionismo, não apagarei os posts antigos, só [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=d3rf.wordpress.com&#038;blog=1749941&#038;post=271&#038;subd=d3rf&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Criei outro blog o <a href="http://d3rf.com.br/" target="_blank">D3RF Teconologia SA</a> trato lá de algo que gosto muito, novidades tecnológicas, vou &#8220;fuçar&#8221; toda a net em busca de gadgets novos e interessantes !</p>
<p>Quanto e esse blog, usa-lo-ei, para difundir e propragar minha crença. Falarei muito sobre a ciência por trás do criacionismo, não apagarei os posts antigos, só vou focar num assunto apenas agora !</p>
<p>Aproveitem, espero que gostem !</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/d3rf.wordpress.com/271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/d3rf.wordpress.com/271/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=d3rf.wordpress.com&#038;blog=1749941&#038;post=271&#038;subd=d3rf&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Boas práticas da programação.</title>
		<link>http://d3rf.wordpress.com/2009/08/19/boas-praticas-da-programacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 19:28:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fiuza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[O que penso !]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de começar a falar um pouco sobre algumas práticas saudáveis para programar, vamos fazer uma separação, existem programadores e os que se acham programadores, vou escrever para a 1ª opção.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=d3rf.wordpress.com&#038;blog=1749941&#038;post=257&#038;subd=d3rf&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de começar a falar um pouco sobre algumas práticas saudáveis para programar, vamos fazer uma separação, existem programadores e os que se acham programadores, vou escrever para a 1ª opção. Programadores de fato são aqueles que dominam bem a arte de programar, seja em qual linguagem que for, para isso não é obrigatório ter algum curso de graduação, basta apenas gostar de programar. Vale ressaltar que se graduar naquilo que você gosta, abre muitas portas, eu me graduei e incentivo a todos seguirem esse caminho.</p>
<p>Para se programar satisfatoriamente bem</p>
<p>1º &#8211; Faça uma análise do código, isso é indispensável, porém use do bom senso, acho um equilibrio para que não se estenda muito.</p>
<p>2º- Faça diagramas, básico de todos , Diagrama de Classes, e depois, Use case, são também indispensáveis.</p>
<p>3º- Papel e caneta, ou um quadro branco e caneta piloto, são excelentes para raciocinar.</p>
<p>4º- Sempre calcule uma folga de tempo, há funções que podem ser simples, mas as vezes &#8220;buga&#8221; e para &#8220;debugar&#8221; vai mais tempo do que você pensa.</p>
<p>5º- Mãos na massa, vá programar. Verifique as funções genéricas, e as implementem em uma classe só.</p>
<p>6º- Siga um padrão de organização de arquivos, estude o MVC para ter uma idéia.</p>
<p>7º- No início, não se preocupe com a aparência, mas sim com a funcionalidade, acabamento vêm depois.</p>
<p>8º- Siga padrões já estudados, os Desgin Patterns, tais como Singleton, Factory, Facade, e outros que se apliquem ao seu sistema.</p>
<p>9º- Depois dos testes devidamente feitos, parta agora para o acabamento, fonte, cor, botão, de acordo com a solicitação do usuário, caso seu código seja visto por outrem, comente ele e gere uma documentação.</p>
<p>10º- Tudo que é programado é igual a um filho, por mais que ele chegue a uma maturidade a qual não necessite de você, é sempre bom estar de olho.</p>
<p>Isso é o básico para uma boa programação, o mais importante de tudo é sempre se atualizar, sempre aprimorar suas técnicas, procure estudar a linguagem na qual está programando, há inúmeras funções que serão muito útil para você. E lembre-se, todo programador é um artista, características da sua programação ficarão nítidas nos seus códigos, então veja bem como programa.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/d3rf.wordpress.com/257/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/d3rf.wordpress.com/257/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=d3rf.wordpress.com&#038;blog=1749941&#038;post=257&#038;subd=d3rf&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Twitteiros de Campos dos Goytacazes</title>
		<link>http://d3rf.wordpress.com/2009/07/15/twitteiros-de-campos-dos-goytacazes/</link>
		<comments>http://d3rf.wordpress.com/2009/07/15/twitteiros-de-campos-dos-goytacazes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 14:21:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fiuza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogroll]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[campos dos goytacazes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://d3rf.wordpress.com/?p=240</guid>
		<description><![CDATA[Estou no twitter desde setembro de 2007, enquanto ele ainda era conhecido única e estritamente no mundo nerd. Logo procurei por conterrâneos, havia apenas 5 o &#8220;Morpheu&#8221; que me desvendou a matrix o twitter (@dgmike). Porém agora cresceu e tem muita gente na minha cidade, então vamos lá: Nome Nick Bio Link Frederico Fiuza fiuza [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=d3rf.wordpress.com&#038;blog=1749941&#038;post=240&#038;subd=d3rf&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Estou no twitter desde setembro de 2007, enquanto ele ainda era conhecido única e estritamente no mundo nerd.<br />
Logo procurei por conterrâneos, havia apenas 5 o &#8220;Morpheu&#8221; que me desvendou <span style="text-decoration:line-through;">a matrix</span> o twitter (@dgmike). Porém agora cresceu e tem muita gente na minha cidade, então vamos lá:</p>
<table border="0">
<thead>
<tr>
<th>Nome</th>
<th>Nick</th>
<th>Bio</th>
<th>Link</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Frederico Fiuza</td>
<td><a href="http://twitter.com/fiuza">fiuza</a></td>
<td>Fiuza nato, programador PHP, JAVA entre outros, um pouco nerd ! PS: detesto usuários burros !</td>
<td><a href="http://d3rf.wordpress.com">blog</a></td>
</tr>
<tr>
<td>Lucas</td>
<td><a href="http://twitter.com/paladino">Paladino</a></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><span>Claudia Eleonora </span></td>
<td><a href="http://twitter.com/claudiaeleonora">claudiaeleonora</a></td>
<td><span>Sou publicitária e jornalista, editora da TV Record Campos dos Goytacazes, no norte fluminense. Tb sou editora do Jornal Bem Viver</span></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><span>Douglas</span></td>
<td><a href="http://twitter.com/douguod">douguod</a></td>
<td><span>Follow me, I follow you! I follow men, women, gays, fat, skinny, black, white, crazies and geeks.<br />
</span></td>
<td><a href="http://www.mckiko.com.br">site</a></td>
</tr>
<tr>
<td><span>Livia André</span></td>
<td><a href="http://twitter.com/livia_andre">livia_andre</a></td>
<td><span>Uma pessoa que sempre procura ver o lado bom da vida.</span></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><span>Adriano Gonçalves</span></td>
<td><a href="http://twitter.com/adrianoprospero">adrianoprospero</a></td>
<td><span>Alguém que está neste mundo para servir por meio de propagar soluções&#8230; / Somebody that is in the world to serve through propagating solutions&#8230;</span></td>
<td><a href="http://www.meadiciona.com/adrianoprospero">me add</a></td>
</tr>
<tr>
<td><span>Luana Almeida</span></td>
<td><a href="http://twitter.com/luannaas">luannaas</a></td>
<td><span>Futura Pedagoga e Professora</span></td>
<td><a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=769014243203282642&amp;rl=t">orkut</a></td>
</tr>
<tr>
<td><span>Joseph Charles </span></td>
<td><a href="http://twitter.com/josephcharlesba">josephcharlesba</a></td>
<td><span>Estudante Universitário</span></td>
<td><a href="http://blogdojosephcharles.blogspot.com/">blog</a></td>
</tr>
<tr>
<td><span>Fábio Léda</span></td>
<td>f<a href="http://twitter.com/fabioscorps">abioscorps</a></td>
<td><span>Designer gráfico, ilustrador, fotógrafo entusiasta, músico por hobby, amante do bom rock&#8217;n'roll e torcedor do São Paulo.</span></td>
<td><a href="http://fabioscorps.deviantart.com/">devin art</a></td>
</tr>
<tr>
<td><span>Roberto Moraes</span></td>
<td><a href="http://twitter.com/robertomoraes">robertomoraes</a></td>
<td><span><br />
</span></td>
<td><a href="http://robertomoraes.blogspot.com/">blog</a></td>
</tr>
<tr>
<td><span>Stefany Cury</span></td>
<td><a href="http://twitter.com/stefanycury">stefanycury</a></td>
<td><span><span>20 anos, estudante de administração, gênio forte, viciada em fotos e internet.</span></span></td>
<td><a href="http://meadd.com/stefanycury">me add</a></td>
</tr>
<tr>
<td><span>Willer Azeredo</span></td>
<td><a href="http://twitter.com/willerazeredo">willerazeredo</a></td>
<td><span><span>Um rapaz muito legal que acabou de passar no Vestibular para Sistemas de Informação na UCAM-Campos</span></span></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><span>Hellen Azevedo</span></td>
<td><a href="http://twitter.com/hellguns">hellguns</a></td>
<td></td>
<td><a href="http://robertomoraes.blogspot.com/"></a></td>
</tr>
<tr>
<td><span>Caio Quitete</span></td>
<td><a href="http://twitter.com/caioquitete">caioquitete</a></td>
<td><span>Estudante do ensino médio e técnico em mecânica, religioso, viciado em internet, futebol, e reggae!</span></td>
<td><a href="https://www.google.com/accounts/ServiceLogin?service=orkut&amp;hl=pt-BR&amp;rm=false&amp;cd=BR&amp;passive=true&amp;skipvpage=true&amp;sendvemail=false&amp;continue=http%3A%2F%2Fwww.orkut.com%2FRedirLogin.aspx%3Fmsg%3D0%26page%3D%252FMain%2523Profile.aspx%253Fuid%253D12023377677196096457">orkut</a></td>
</tr>
<tr>
<td><span>Alice Andrave<br />
</span></td>
<td><a href="http://twitter.com/aliceandrade">aliceandrade</a></td>
<td><span><br />
</span></td>
<td><a href="https://www.google.com/accounts/ServiceLogin?service=orkut&amp;hl=pt-BR&amp;rm=false&amp;cd=BR&amp;passive=true&amp;skipvpage=true&amp;sendvemail=false&amp;continue=http%3A%2F%2Fwww.orkut.com%2FRedirLogin.aspx%3Fmsg%3D0%26page%3D%252FMain%2523Profile.aspx%253Fuid%253D12023377677196096457"></a><a href="http://www.alice.blog.br/wp/">Blog</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><em>Faltam muitos então peço que postem o link do twitter nos comentários que eu vou adicionando aqui !</em></strong></p>
<p>Vamos ver quantos &#8220;tuitêros&#8221;(hehehe) temos em Campos e quem sabe um dia marcar um encontro de Twitteiros Campista ?</p>
<p><em>Minha meta: compilar todos os twitteiros campistas e criar um evento com auxilio do twitter em Campos, vamos lá follow o <a href="https://twitter.com/tweetoncampos">tweetoncampos</a> para maiores informações<br />
</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/d3rf.wordpress.com/240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/d3rf.wordpress.com/240/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=d3rf.wordpress.com&#038;blog=1749941&#038;post=240&#038;subd=d3rf&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Coisas interssantes, sobre a evolução, que são escondidas de você! PARTE 3</title>
		<link>http://d3rf.wordpress.com/2009/05/03/coisas-interssantes-sobre-a-evolucao-que-sao-escondidas-de-voce-parte-3/</link>
		<comments>http://d3rf.wordpress.com/2009/05/03/coisas-interssantes-sobre-a-evolucao-que-sao-escondidas-de-voce-parte-3/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 03 May 2009 17:41:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fiuza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arqueologia Bíblica]]></category>
		<category><![CDATA[Criacionismo]]></category>
		<category><![CDATA[O que penso !]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://d3rf.wordpress.com/?p=224</guid>
		<description><![CDATA["Dinossauros são animais extintos a 65 milhões de anos...", muito antes do homem existir, por volta dos 4 milhões de anos, isso tudo segundo a religião ciência que crê única e exclusivamente na Teoria da Evolução.

Agora vamos a duas perguntas interessantes...
Se houvesse comprovação arqueológica, incontestável, de que os dinossauros não são tão antigos, e pior, que eles foram contemporâneos ao homem e que, não obstante tudo isso, ainda tivessem datação comprovada com o tempo do homem descrito na Bíblia? Você continuaria acreditando na religião ciência da Teoria da Evolução ?<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=d3rf.wordpress.com&#038;blog=1749941&#038;post=224&#038;subd=d3rf&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Dinossauros são animais extintos a 65 milhões de anos&#8230;&#8221;, muito antes do homem existir, por volta dos 4 milhões de anos, isso tudo segundo a <span style="text-decoration:line-through;">religião</span> ciência que crê única e exclusivamente na Teoria da Evolução.</p>
<p>Agora vamos a duas perguntas interessantes&#8230;</p>
<p><em><strong>Se houvesse comprovação arqueológica, incontestável, de que os dinossauros não são tão antigos, e pior, que eles foram contemporâneos ao homem e que, não obstante tudo isso, ainda tivessem datação comprovada com o tempo do homem descrito na Bíblia? Você continuaria acreditando na <span style="text-decoration:line-through;">religião</span> ciência da Teoria da Evolução ?</strong></em></p>
<p>Por mais estranha e esdruxúla que pareça a pergunta, a resposta é</p>
<p><em><strong>Houve, ou ainda, há dinossauros contemporâneo ao homem !</strong></em></p>
<p>O texto que segue abaixo não é de minha autoria, é de um grupo de cientistas que provam que Deus e a ciência corretamente interpretada, podem andar juntos.</p>
<p>Para começar o choque, repare na foto abaixo, foi tirada em<strong> 1925 &#8211; Baía de Monterey,         Califórnia, e é de um Pleosossauro !</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<div id="attachment_226" class="wp-caption aligncenter" style="width: 213px"><strong><strong><img class="size-medium wp-image-226" title="Pleosossauro de 1925" src="http://d3rf.files.wordpress.com/2009/05/p2.jpg?w=203&#038;h=300" alt="Dinossauro contemporâneo ao Homem" width="203" height="300" /></strong></strong><p class="wp-caption-text">Dinossauro contemporâneo ao Homem</p></div>
<p><strong></strong></p>
<p>Segue o texto&#8230;</p>
<p><span id="more-224"></span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;"><strong></strong></span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;"><strong>Os Dinossauros</strong></span></p>
<p align="center"><span style="font-size:medium;"><em><strong>A Extinção &#8211; Por quê a ciência só aceita as teorias mais recentes e não a mais antiga, documentada pelas civilizações milenares da mesopotâmia?</strong></em></span></p>
<p>Até os anos 70, os cientistas achavam que os dinossauros eram lagartos enormes, lentos, tolos e de sangue frio. Mas nos primeiros anos daquela década, os paleontólogos John Ostrom e Bob Bakker afirmaram que os dinossauros eram ativos, inteligentes e de sangue quente.</p>
<p>Os primeiros esqueletos de dinossauros oficialmente registrados foram descobertos nos primórdios do século XIX, ou seja, menos de duas décadas. Durante os últimos 150 anos surgiram cerca de 55 teorias sobre o seu desaparecimento como por exemplo a de uma epidemia generalizada pelo planeta ou como sugere um grupo de cientistas, a explosão de uma atividade vulcânica do Deccan Traps na Índia. Mas segundo Dale Russell, o curador sênior de paleontologia do Museu de Ciências Naturais do Estado da Carolina do Norte (EUA), a recente teoria de 1981 da extinção dos dinossauros por uma causa extraterrestre (impacto de um asteróide ou cometa) se tornou a mais popular, principalmente quando foi descoberta em 1991 uma cratera de cerca de 300 km na península de Yucatan, no Golfo do México.</p>
<p>Assim, a teoria de que viveram entre 65 e 200 milhões de anos também se tornou mais popular. No entanto a cada década surgem novas teorias e a crença popular também muda ao longo dos anos. Essas mudanças constantes geram dúvidas sobre a verdadeira época (ou tempos variados) dos dinossauros e o que realmente teria provocado o seu desaparecimento.</p>
<p>A mais recente (7/1/2008) teoria noticiada pela imprensa diz que &#8220;os dinossauros sofreram muito com doenças provocadas pela picada de mosquitos e outros insetos&#8221;. Segundo a pesquisa dos cientistas George e Roberta Poinar, da Oregon State University (EUA), publicada no livro What Bugged the Dinosaurs? Insects, Disease and Death in the Cretaceous (&#8220;O que incomodou os dinossauros? Doenças e Morte no Cretáceo&#8221;), sugere que os insetos auxiliaram na disseminação rápida de plantas com flores, esgotando as fontes de alimentação dos dinossauros vegetarianos. Inicialmente, essa mudança teria dificultado a vida deles e posteriormente, dos seus predadores e que foram extintos de maneira gradual e teria levado milhões de anos.</p>
<p>Teoria não significa verdade, mas possibilidade. No entanto, muitos tratam-na como verdade excluindo a possibilidade da extinção ter ocorrido ao longo dos séculos e não de uma só vez, como é defendida na teoria mais aceita, a do impacto de um objeto extraterrestre em Yucatan.</p>
<p>Mas milênios atrás foram registrados fatos sobre a extinção de animais durante a mais famosa catástrofe universal cuja descrição é encontrada esculpida em paredes, objetos de cerâmica e de pedras em sítios arqueológicos das mais antigas culturas mesopotâmicas: o dilúvio!</p>
<p align="center"><span style="font-size:medium;"><strong>Evidências de Dinossauros ainda vivos ou recentemente extintos</strong></span></p>
<p style="text-align:left;">Alguns animais pré-históricos considerados extintos foram capturados vivos como o Ocapi em 1901, o Celacanto em 1938, o Pecari em 1975 entre outros. Assim como estes existem evidências que outros podem ainda estar vivos em regiões de difícil acesso como o fundo de lagos e oceanos e pântanos.</p>
<p align="center"><span style="font-size:small;"><strong>Animais Aquáticos</strong></span></p>
<p>É naturalmente aceitável que os dinossauros aquáticos tenham sido extintos por último. As descobertas de evidências de corpos de Plesiossauro no último século sugerem que este animal não foi extinto há milhões de anos mas que alguns podem ainda co-existir com o homem, como o &#8220;monstro do Lago Ness&#8221; visto por cerca de 11000 pessoas na Escócia ao longo de 14 séculos sendo mais procurado nos últimos 70 anos, e cuja descrição é idêntica a do Plesiossauro. Infelizmente, décadas atrás alguns &#8220;fabricaram&#8221; fotos do animal sendo que um deles, o jornalista Marmaduke Wetherell, confessou em 1994 a sua falsificação, levando muitos a duvidarem do depoimento das milhares de testemunhas. Segundo a imprensa, as últimas notícias sobre o monstro foi entre agosto e outubro de 2005, quando algumas pessoas disseram tê-lo visto, descrevendo a sua cabeça e pescoço. O mistério continua&#8230;</p>
<p>Ainda hoje, há uma monitoração no lago com a utilização de câmeras controladas por sonar instaladas numa embarcação devidamente preparada para pesquisas de profundidade. Algumas fotos foram liberadas pelos pesquisadores como a foto abaixo publicada na famosa <em><strong>Seleções do Reader&#8217;s Digest</strong></em> e as demais, todas tiradas por Robert Rines um dos maiores pesquisadores do lago, em outubro de 1972. Fica aqui a pergunta: Que animal será este?</p>
<p align="center"><span style="font-size:small;"><img src="http://arqbib.atspace.com/dino/ness1.jpg" border="1" alt="" width="399" height="300" /></span></p>
<p align="center"><span style="font-size:small;">Uma grande &#8220;barbatana&#8221; captada pela câmera!<br />
<img src="http://arqbib.atspace.com/dino/ness2.jpg" border="1" alt="" width="400" height="300" /></span></p>
<p align="center">Uma das fotos mais nítidas foi tirada pelo membro das Organizações Naturalistas do Norte, Peter O&#8217;Connor, em 27/05/1960 por volta das 6h da manhã.</p>
<p align="center"><img src="http://arqbib.atspace.com/dino/connor_nessie.jpg" border="1" alt="" width="259" height="256" /></p>
<p>Os obstáculos para as pesquisas são as características do lago. Ele tem 37 Km de comprimento, 1,6 Km de largura, profundidade de até 226 m e visibilidade muito reduzida por causa da grande quantidade de turfa, mais comum em regiões pantanosas do que em lagos. Também tem  saídas por canais para o Atlântico e para o Mar do Norte.</p>
<p>Em 16 de julho de 2003, o escocês aposentado Gerald McSorley de 67 anos (foto abaixo), encontrou um fóssil de quatro vértebras com 29 cm de comprimento e muito bem conservadas (partes da espinha dorsal e marcas de veia) de um Plesiossauro adulto de cerca de dez metros de comprimento, quando passeava pela beira do Lago Ness, ao norte de Drumnadrochit, na Escócia. Isso prova que no passado o lago foi ambiente de Plesiossauros. Assim, surgem perguntas: Quantos anos vivia um Plesiossauro? Haverá ainda algum &#8220;filhote&#8221; sobrevivente no lago? A mídia internacional exibiu recentemente imagens de &#8220;uma coisa&#8221; de 15 metros nadando a uma velocidade de 10 km/h, filmada por Gordon Holmes em 27/05/2007: <a href="http://www.youtube.com/v/aB_c2RwpbXU&amp;rel=0">TV Britânica</a> &#8211; <a href="http://www.youtube.com/v/jDr86hq8HwE&amp;rel=0">TV Chinesa </a>- <a href="http://www.youtube.com/v/pE3Ei27FBnQ&amp;rel=0">Resumo de 25 segundos.</a></p>
<p align="center"><img src="http://arqbib.atspace.com/dino/ples_vert.jpg" border="1" alt="" width="212" height="136" /></p>
<p>Mas não é só no famoso Lago Ness que se viu um animal semelhante ao Plesiossauro. São várias notícias documentadas na imprensa e algumas até com fotos.</p>
<p>Um dos casos mais antigos e que vem se repetindo até os dias atuais é o do Monstro do Lago Champlain. Localizado entre os estados de Nova Iorque e Vermont, o lago é bastante profundo e tem acesso para o mar através do canal de Saint Lawrence. As aparições da criatura são registradas desde a época do índios Abenaqi sendo a primeira em julho de 1609, durante a expedição do explorador francês Samuel de Champlain quando notou &#8220;uma serpente de 6 metros, com uma cabeça semelhante a de um cavalo e um corpo tão grosso quanto um barril&#8221;. O animal ganhou o apelido de &#8220;Champ&#8221; (obtido do nome Champlain) e desde então, aparições foram testemunhadas por mais de 300 pessoas, muitas documentadas no livro Champ&#8211;Beyond the Legend de Joseph Zarzynski, escrito em 1984. Zarzynski, acredita que Champ é um plesiossauro, mas Roy Mackal, co-fundador da Sociedade Internacional de Criptozoologia acredita ser um Basilosauro, uma proto-baleia parecida com uma cobra extinta.</p>
<h5 style="text-align:center;">Outros fatos documentados</h5>
<table style="height:617px;" border="0" width="495">
<tbody>
<tr>
<td><strong>1925 &#8211; Baía de Monterey,         Califórnia</strong></td>
<td><strong>1977, Abril &#8211;         Costa da Nova Zelândia</strong></td>
<td><strong>1992 &#8211; Lago Erie, Ohio</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align:left;" valign="top"><span><em>Esta cabeça com longo pescoço foi encontrada na praia Natural Bridges State e media cerca de 51 cm. No mundo marinho só se assemelha ao Plesiossauro<br />
</em><br />
</span></td>
<td valign="top">Esta carcaça não identificada encontrada presa na rede do barco pesqueiro japonês Zuiyo-Maru pesava cerca de duas toneladas.<br />
Apenas uma barbatana foi retirada antes de ser devolvida ao mar. As características apontam ser algum tipo de Plesiossauro mas alguns dizem ser o resto de um tubarão. <a href="http://www.youtube.com/v/jHZRQNrCdL8&amp;rel=0">Assista o vídeo.</a><br />
<span><em> </em></span></td>
<td valign="top">Este filhote de 80 cm foi encontrado numa praia do lago e empalhado por Pete Peterson.<br />
Atualmente está em exposição no Museu de Evidências da Criação em Glen Rose, Texas.<br />
O grande lago Eire está localizado na fronteira leste dos EUA com o Canadá e banha alguns estados americanos. O animal não está catalogado entre nenhuma das espécies vivas atualmente a não ser com o Plesiossauro.<span><br />
</span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img src="http://arqbib.atspace.com/dino/p2.jpg" border="1" alt="" width="146" height="216" /></td>
<td valign="top">
<p style="text-align:center;"><img src="http://arqbib.atspace.com/dino/p1.gif" border="1" alt="" width="135" height="154" /></p>
</td>
<td valign="top"><img src="http://arqbib.atspace.com/dino/p4.jpg" border="1" alt="" width="188" height="116" /></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img src="http://arqbib.atspace.com/dino/p3.jpg" border="1" alt="" width="167" height="100" align="top" /></td>
<td valign="top"><img src="http://arqbib.atspace.com/dino/p0.jpg" border="1" alt="" width="139" height="104" /></td>
<td valign="top"><img src="http://arqbib.atspace.com/dino/lago3.jpg" border="1" alt="" width="202" height="171" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>John Kirk, autor do livro In the Domain of the Lake Monsters, nas páginas 132 e 133 relata as aventuras de Dennis Hall, que encontrou a criatura em várias ocasiões fotografando-a e filmando-a, podendo ser a única pessoa que algum dia capturou uma espécime de &#8220;Champ&#8221;. Na década de 70, Dennis viu um réptil de cerca de 30 centímetros perdido numa área pantanosa que limita o lago. Os cientistas da Universidade de Vermont não encontraram o animal no catálogo de répteis ainda vivos. Dennis então percebeu que num livro de répteis pré-históricos a criatura era parecida com o Tanistrofeus que é consideravelmente maior e com um pescoço bastante longo.</p>
<p>A fotografia abaixo foi tirada por Sandra Mansi, residente em Connecticut. Ela, seu marido e duas crianças assistiram &#8220;Champ&#8221; durante 10 minutos em 1977 na área próxima da cidade de Saint Albans e calculou que a cabeça e o pescoço fora da água mediam juntos quase 2 metros. Temendo ser ridicularizado, o casal Mansi não divulgou a foto colocando-a no álbum de família, sendo divulgada 4 anos mais tarde no jornal The New York Times.</p>
<p align="center"><span style="font-size:small;"><img src="http://arqbib.atspace.com/dino/Champ.jpg" border="1" alt="" width="316" height="236" /></span></p>
<p>Em abril de 1998, um artigo da revista Discover Magazine (Volume 19 Número 4) sobre o Lago Champlain afirmou que 58 passageiros a bordo do barco Ethan Allan viram uma criatura de uns 10 metros e com 3 a 5 corcundas durante aproximadamente 5 minutos. Nadou junto ao barco a uma distância aproximadamente de 60 metros.</p>
<p>Outros fatos documentados:</p>
<p>Uma carcaça de 35 toneladas de um animal marinho não identificado foi encontrado numa praia de Tecoluta no México em Março de 1969. O corpo parecido com o de uma serpente era coberto com uma rígida armadura articulada e um osso de 3 metros de cerca de 1 tonelada em sua cabeça. Os biólogos chegaram a pensar na possibilidade de ser um tipo de baleia porém o osso da cabeça incomodava-lhes o conhecimento científico.</p>
<p>A imprensa internacional informara que um monstro pré-histórico de algum tipo havia encalhado no México e o mundo esperava uma resposta científica. Uma comissão de 7 cientistas informou no dia 20 de abril de 1969 que o monstro de Tecoluta poderia ser uma baleia de Rorqual mas novamente, como os primeiros biólogos que tentaram identificá-lo, não conseguiram explicar o pesado osso de 3 metros na cabeça!</p>
<p align="center"><span style="font-size:small;"><img src="http://arqbib.atspace.com/dino/tecoluta.jpg" border="1" alt="" width="246" height="300" /></span></p>
<p style="text-align:left;">Um fato curioso ocorreu em 1962 em Pensacola, estado da Florida nos EUA, quando cinco adolescentes foram mergulhar nadando até um navio afundado cerca de duas milhas da costa. O único sobrevivente do mergulho era Edward Brian McCleary. Eles viram um animal e ele descreveu como era:<br />
&#8220;O longo pescoço tinha aproximadamente 3,5 metros, verde-acastanhado e liso. A cabeça era igual a de uma tartaruga marinha, mais prolongada e com dentes&#8230; Apareceu uma barbatana dorsal quando mergulhou para o fundo na última vez. Também, como melhor me recordo, os olhos eram verdes com pupilas ovais.&#8221;<br />
Ele viu seus amigos sendo comidos pelo animal e até mesmo os ouviu gritando. Finalmente após assistir tudo isso, passou a noite na parte do navio que estava acima do nível da água. Pela manhã nadou até a costa onde foi encontrado por uma equipe de resgate.</p>
<p>Imagens exibidas na CNN sobre um animal desconhecido nadando no Lago Van, na Turquia:<span style="font-size:small;"><br />
</span><br />
<span style="font-size:small;"> <a href="http://www.youtube.com/v/0GsxRlGQbso&amp;rel=0" target="_blank">Monstro Marinho</a>.</span></p>
<p>Fonte: Arqueologia Bíblica.</p>
<p>continua&#8230; (em breve informações sobre Amcabaro)</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/d3rf.wordpress.com/224/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/d3rf.wordpress.com/224/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=d3rf.wordpress.com&#038;blog=1749941&#038;post=224&#038;subd=d3rf&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Minha experiência com ASP !</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 12:08:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fiuza</dc:creator>
				<category><![CDATA[O que penso !]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Participei de um processo seletivou onde eu tive que aprender a programar em ASP. Como programação está na cabeça, parti para aprender a sintaxe do ASP e  fui fazer a prova. De cara, o ASP é bem parecido com VB nos comandos e na maneira linear de programar, notem, parecido não é totalmente igual.  O [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=d3rf.wordpress.com&#038;blog=1749941&#038;post=222&#038;subd=d3rf&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Participei de um processo seletivou onde eu tive que aprender a programar em ASP. Como programação está na cabeça, parti para aprender a sintaxe do ASP e  fui fazer a prova.</p>
<p>De cara, o ASP é bem parecido com VB nos comandos e na maneira linear de programar, notem, parecido não é totalmente igual.  O output padrão é chamado de um objeto (response),  esse objeto tem vários métodos que tratam de todos os tipos de respostas da aplicação, nada de estranho, se levar em consideração o Java (System.out).</p>
<p>As condições lógicas estão todas lá, if, for, while, case(switch), porém, o que me chamou a atenção é que ele não possui separadores de instruções ou blocos, no PHP e Java por exemplor usamos chaves (&#8220;{&#8221; ,&#8221;}&#8221;), sendo que a identação serve para isso.</p>
<p>O ASP possui um &#8220;include&#8221;, inclusão de outro arquivo na execução código, porém isso só posse ser feito no início da aplicação no topo da página, não dá, até onde eu vi, para incluir um código no meio de uma página.</p>
<p>Infelizmento o ASP não é orientando a objeto, versões posteriores estão informando que isso já está resolvido, de fato não sei, a versão que estudei era toda linear, programação top-down, para quem está acostumado com Pascal, Delphi e VB não faz muita diferença, mas para quem entrou no mundo OO, vai sentir o impacto.</p>
<p>Uma coisa interessante que achei no ASP foi o Global ASA, são instruções que podem ser executadas, quando servidor inicia o 1ª execução de código, quando o servidor cai, quando se cria ou perde uma sessão, isso é uma sacada interessante, e com certeza tem muita utilidade.</p>
<p>No demais, o ASP grava COOKIES , SESSÕES para servidor como demais linguagens de programação para web. Para quem conhece PHP,  apesar de sintaxe bem diferente, vai conseguir se adaptar com certa facilidade no ASP.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/d3rf.wordpress.com/222/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/d3rf.wordpress.com/222/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=d3rf.wordpress.com&#038;blog=1749941&#038;post=222&#038;subd=d3rf&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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