Decaimento da Intensidade do Campo Magnético da Terra

“… as condições ambientais num planeta que permitisse criaturas com complexidade como as das pessoas, ou plantas, ou animais é algo muito raro… a Terra é, na verdade, um local muito especial.” Dr. Don Brownlee


O campo magnético da Terra é um escudo invisível que protege o nosso planeta da radiação que vem do espaço, principalmente do Sol. É por meio dele que o ponteiro da bússula se orienta e ele também é o responsável pela aurora boreal.

Medições diretas do campo magnético da Terra durante os últimos 140 anos mostram um declínio rápido da sua força. Dr. Thomas Barnes notou que medições feitas desde 1835 mostravam haver um decaimento da parte principal do campo magnético da Terra (a parte bipolar que é cerca de 90% do total observado) da ordem de 5% por século.1 Medições arqueológicas demonstram que a intensidade do campo magnético por volta dos anos 1.000 A.D. era cerca de 40% maior que a intensidade atual.2 Dr. Barnes calculou que esta corrente não poderia estar decaindo a mais de 10.000 anos, pois a sua força teria sido tão grande que a Terra seria apenas um mundo de rochas derretidas.
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Código genético, não é em vão que se chama “código”

A teoria do Design Inteligente é uma teoria científica com conseqüências empíricas desprovida de qualquer compromisso religioso. Ela se propõe a detectar empiricamente se design observado na natureza é genuíno ou um produto das leis naturais, necessidades e o acaso.

As técnicas empregadas pela teoria do Design Inteligente oferecem ferramentas de grande valia para o estudo das origens, mais especificamente para a origem da vida.

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O CARÁTER CIENTÍFICO DA DOUTRINA DA EVOLUÇÃO

Fonte: Sociedade Criacionista Brasileira

Link do original: http://www.scb.org.br/artigos/FC01-27a42.asp

Autor: Willem J. Ouweneel, Pesquisador Associado em Genética Experimental em Utrecht, Holanda,com Ph.D. na Faculdade de Matemática e Ciências Naturais.

Resumo

Torna-se cada vez mais evidente que a evolução não é sequer uma boa teoria científica. Por exemplo, os evolucionistas afirmam que a vida surgiu naturalmente a partir de matéria inerte, mesmo sem existirem evidências a favor da geração espontânea. A explicação criacionista nesse particular é mais simples e também mais adequada.

O evolucionismo não se apresenta nem como uma teoria, nem como uma hipótese, mas como um dogma ou doutrina. Ele não se enquadra corretamente na “ciência natural”, mas sim no domínio da filosofia, por ser um postulado materialista.

Com o exame de seis requisitos, conclui-se que a teoria da evolução falha naquilo que se deve exigir de qualquer postulado ou concepção “científica”. Finalmente, embora nem o criacionismo nem o evolucionismo sejam estritamente um conceito “científico”, deve ser preferido o criacionismo devido a ser ele mais consistente com o nosso conhecimento, e ser ao mesmo tempo baseado na Palavra de Deus.

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Evidências para uma terra jovem por D. Russell Humphreys, Ph.D. parte 2

Parte 1 caso não tenha lido

Na parte 1, link acima, citamos evidências no universo, agora vamos para a própria terra.

3 – Não há lama (sedimentos), suficiente no fundo do mar

http://oceanexplorer.noaa.gov/explorations/deepeast01/background/complexity/media/complexity1_600.jpg

Todos os anos a água e o vento corroem 25 bilhões de toneladas de imundície e rochas e depositam no fundo do oceano¹. Esse material tanto acumula, quanto perde sedimento (ex. lama), na rocha rídiga basaltica (vulcânica), no fundo do oceano. A maior profundidade de lama acumulada em todo oceano, incluindo a camada continental é de 400mentros².

O modo mais conhecido de remover essa lama do fundo do oceando é pela subducção de placa tectônica, ou seja, o fundo do oceano desliza para debaixo dos continentes .Segundo a literatura científica secular, esse processo remove 1 bilhão de toneladas por ano³. Assim todos saberm que os outros 24 bilhões simplesmente se acumulam. A esta taxa, a erosão depositaria o atual montante em menos de 12 milhões de anos, aqui está o problema, especula-se que a terra possua 4,5 bilhões de anos e segundo e os mesmo, e de acordo com a teoria evolucionária essa taxa existe desde o início.

Mas e ae, 12 milhões de anos está além do que a biblía diz, certo ? Ou como explicar isso ? Só com uma grande inundação que atingiria todo o globo terrestre, ou seja, o dilúvio.

4 – Não há sódio suficiente no mar

https://i1.wp.com/www.reneguenon.net/MArRevolto.jpg

Todos os anos rios e outras fontes despejam 450 milhões de toneladas de sódio no oceano, dessa quantidade apenas 27% conseguem ser tirados4,5 .

Supondo que o oceano não possuia nenhum sódio no início a quantidade de sódio atual acumularia em 42 milhões de anos6.

Uma resposta da teoria evolucionário para isso é que no passado a taxa de entrada deveria ser menor do que a de saída, não se pode provar isso, mas se pode especular. Contudo um cálcula tão generosa quanto possível para a resposta evolucionária, daria o máximo de 62 milhoes de anos.6

Outros cálculos para outros elementos da água darão sempre uma idade bem mais nova do que as supra-citadas.

Fontes

1. Gordeyev, V. V. et al., “The average chemical composition of suspensions in
the world’s rivers and the supply of sediments to the ocean by streams,”
Dockl. Akad. Nauk. SSSR 238 (1980) 150.

2. Hay, W. W., et al., “Mass/age distribution and composition of sediments on
the ocean floor and the global rate of subduction,” Journal of Geophysical
Research, 93, No B12 (10 December 1988) 14,933-14,940.

3. Maybeck, M., “Concentrations des eaux fluviales en elements majeurs et apports
en solution aux oceans,” Rev. de Geol. Dyn. Geogr. Phys. 21 (1979)
215.

4. Sayles, F. L. and P. C. Mangelsdorf, “Cation-exchange characteristics of
Amazon River suspended sediment and its reaction with seawater,” Geochimica
et Cosmochimica Acta 41 (1979) 767.

5. Austin, S. A. and D. R. Humphreys, “The sea’s missing salt: a dilemma for
evolutionists,” in Proc. 2nd Internat. Conf. on Creationism, Vol. II, Creation
Science Fellowship (1991).

6. Austin, S. A., “Evolution: the oceans say no!” ICR Impact No. 8 (Oct.
1973) Institute for Creation Research.

Coisas interssantes, sobre a evolução, que são escondidas de você! PARTE 3

“Dinossauros são animais extintos a 65 milhões de anos…”, muito antes do homem existir, por volta dos 4 milhões de anos, isso tudo segundo a religião ciência que crê única e exclusivamente na Teoria da Evolução.

Agora vamos a duas perguntas interessantes…

Se houvesse comprovação arqueológica, incontestável, de que os dinossauros não são tão antigos, e pior, que eles foram contemporâneos ao homem e que, não obstante tudo isso, ainda tivessem datação comprovada com o tempo do homem descrito na Bíblia? Você continuaria acreditando na religião ciência da Teoria da Evolução ?

Por mais estranha e esdruxúla que pareça a pergunta, a resposta é

Houve, ou ainda, há dinossauros contemporâneo ao homem !

O texto que segue abaixo não é de minha autoria, é de um grupo de cientistas que provam que Deus e a ciência corretamente interpretada, podem andar juntos.

Para começar o choque, repare na foto abaixo, foi tirada em 1925 – Baía de Monterey, Califórnia, e é de um Pleosossauro !

Dinossauro contemporâneo ao Homem
Dinossauro contemporâneo ao Homem

Segue o texto…

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