Evidências para uma terra jovem por D. Russell Humphreys, Ph.D. parte 2

Parte 1 caso não tenha lido

Na parte 1, link acima, citamos evidências no universo, agora vamos para a própria terra.

3 – Não há lama (sedimentos), suficiente no fundo do mar

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Todos os anos a água e o vento corroem 25 bilhões de toneladas de imundície e rochas e depositam no fundo do oceano¹. Esse material tanto acumula, quanto perde sedimento (ex. lama), na rocha rídiga basaltica (vulcânica), no fundo do oceano. A maior profundidade de lama acumulada em todo oceano, incluindo a camada continental é de 400mentros².

O modo mais conhecido de remover essa lama do fundo do oceando é pela subducção de placa tectônica, ou seja, o fundo do oceano desliza para debaixo dos continentes .Segundo a literatura científica secular, esse processo remove 1 bilhão de toneladas por ano³. Assim todos saberm que os outros 24 bilhões simplesmente se acumulam. A esta taxa, a erosão depositaria o atual montante em menos de 12 milhões de anos, aqui está o problema, especula-se que a terra possua 4,5 bilhões de anos e segundo e os mesmo, e de acordo com a teoria evolucionária essa taxa existe desde o início.

Mas e ae, 12 milhões de anos está além do que a biblía diz, certo ? Ou como explicar isso ? Só com uma grande inundação que atingiria todo o globo terrestre, ou seja, o dilúvio.

4 – Não há sódio suficiente no mar

https://i1.wp.com/www.reneguenon.net/MArRevolto.jpg

Todos os anos rios e outras fontes despejam 450 milhões de toneladas de sódio no oceano, dessa quantidade apenas 27% conseguem ser tirados4,5 .

Supondo que o oceano não possuia nenhum sódio no início a quantidade de sódio atual acumularia em 42 milhões de anos6.

Uma resposta da teoria evolucionário para isso é que no passado a taxa de entrada deveria ser menor do que a de saída, não se pode provar isso, mas se pode especular. Contudo um cálcula tão generosa quanto possível para a resposta evolucionária, daria o máximo de 62 milhoes de anos.6

Outros cálculos para outros elementos da água darão sempre uma idade bem mais nova do que as supra-citadas.

Fontes

1. Gordeyev, V. V. et al., “The average chemical composition of suspensions in
the world’s rivers and the supply of sediments to the ocean by streams,”
Dockl. Akad. Nauk. SSSR 238 (1980) 150.

2. Hay, W. W., et al., “Mass/age distribution and composition of sediments on
the ocean floor and the global rate of subduction,” Journal of Geophysical
Research, 93, No B12 (10 December 1988) 14,933-14,940.

3. Maybeck, M., “Concentrations des eaux fluviales en elements majeurs et apports
en solution aux oceans,” Rev. de Geol. Dyn. Geogr. Phys. 21 (1979)
215.

4. Sayles, F. L. and P. C. Mangelsdorf, “Cation-exchange characteristics of
Amazon River suspended sediment and its reaction with seawater,” Geochimica
et Cosmochimica Acta 41 (1979) 767.

5. Austin, S. A. and D. R. Humphreys, “The sea’s missing salt: a dilemma for
evolutionists,” in Proc. 2nd Internat. Conf. on Creationism, Vol. II, Creation
Science Fellowship (1991).

6. Austin, S. A., “Evolution: the oceans say no!” ICR Impact No. 8 (Oct.
1973) Institute for Creation Research.

Evidências para uma terra jovem por D. Russell Humphreys, Ph.D. parte 1

“Nenhum cientsita sério é contra a evolução”, cansei de ouvir isto, preconceito, dá uma olhada no resumo do currículo do  D. Russell Humphreys, Ph.D.

1 – Galáxias que giram muito rápido

http://www.funcap.ce.gov.br/noticias/maratona-da-via-lactea-como-voce-ve-a-galaxia-da-sua-cidade/image

As estrelas de nossa galáxia, Via Lácte, giram em torno do centro de formas diferentes, as interiores giram mais rápido do que as exteriores. A velocida de rotação é tão rápida que se nossa galáxia possui mais que algumas centenas de milhares de anos, ela seria um disca descaracterizados, sem sinais sentidos,  de estrelas ao invés da forma de espiral que temos hoje.¹

Ainda assim, é dito que nossa galáxia tem em torno de 10 bilhões de anos. Os evolucionistas chamam isso de “the winding-up dilemma” o dilema da rotação, conhecido há mais de 50 anos. O interessante é que o mesmo dilema se aplica a outras galáxias.

A melhor teoria apontada para explicar isso é chamada de “Density Waves”, a qual têm inúmeros erros conceituais, tem de ser arbitrária e muito afinada, e ultimamente tem sido posta em causa por grave descoberta do telescópio espacial Hubble , a estrutura espiral muito detalhada no nucleo central da galaxia “Whirlpool” ².

2 – Desintegração dos cometas

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De acordo com a algumas afirmações evolucionista, os cometas possuem em torno de 5 bilhões de anos, ou seja, o mesmos anos do nosso sitema solar. Porém a cada  vez que o cometa orbita perto do sol ele perde tanto do seu material que seria impossível que ele sobrevivesse mais de 100 mil anos. Muitos cometas possuem idades típicas, aparentes, de 10 mil anos³.

A explicação evolucionista é que (a)os cometas provêm de uma esférica inobservada “Ood Cloud” muito além da órbita de plutão, (b) improvável interações gravitacionais com pouca freqüência, muitas vezes passando estrelas bater cometas no sistema solar, e (c) Outras improváveis interações com planetas diminuem a vinda dos cometas muitas vezes o suficiente suficiente para dar conta das centenas de cometas observados4. Até agora, nenhuma destas hipóteses foi confirmada, quer através de observações ou cálculos realistas.

Ultimamente, tem-se falado muito do “Cinturão de Kuiper”, um disco de supostas fontes cometa deitado no plano do sistema solar, apenas fora da órbita de Plutão. Mesmo se existir algums corpos de gelo no local, elas não suportariam o problema dos evolucionista, porque de acordo com a teoria do “Cinturão de Kuiper” seria rapidamente esgotada se não houver uma Ood Cloud para supri-lá.

Bem por enquanto falamos do universo, porém nos próximos iremos tratar de evidências na própria terra, aguardem.

Referências:

1. Scheffler, H. and H. Elsasser, Physics of the Galaxy and Interstellar Matter,
Springer-Verlag (1987) Berlin, pp. 352-353, 401-413.
2. D. Zaritsky et al., Nature, July 22, 1993. Sky & Telescope, December 1993,
p. 10.
3. Steidl, P. F., “Planets, comets, and asteroids,” in Design and Origins in Astronomy,
G. Mulfinger, ed., Creation Research Society Books (1983), pp.
73-106.
4. Whipple, F. L., “Background of modern comet theory,” Nature 263 (2 Sept
1976) 15.
5. Gordeyev, V.