Evidências para uma terra jovem por D. Russell Humphreys, Ph.D. parte 1

“Nenhum cientsita sério é contra a evolução”, cansei de ouvir isto, preconceito, dá uma olhada no resumo do currículo do  D. Russell Humphreys, Ph.D.

1 – Galáxias que giram muito rápido

http://www.funcap.ce.gov.br/noticias/maratona-da-via-lactea-como-voce-ve-a-galaxia-da-sua-cidade/image

As estrelas de nossa galáxia, Via Lácte, giram em torno do centro de formas diferentes, as interiores giram mais rápido do que as exteriores. A velocida de rotação é tão rápida que se nossa galáxia possui mais que algumas centenas de milhares de anos, ela seria um disca descaracterizados, sem sinais sentidos,  de estrelas ao invés da forma de espiral que temos hoje.¹

Ainda assim, é dito que nossa galáxia tem em torno de 10 bilhões de anos. Os evolucionistas chamam isso de “the winding-up dilemma” o dilema da rotação, conhecido há mais de 50 anos. O interessante é que o mesmo dilema se aplica a outras galáxias.

A melhor teoria apontada para explicar isso é chamada de “Density Waves”, a qual têm inúmeros erros conceituais, tem de ser arbitrária e muito afinada, e ultimamente tem sido posta em causa por grave descoberta do telescópio espacial Hubble , a estrutura espiral muito detalhada no nucleo central da galaxia “Whirlpool” ².

2 – Desintegração dos cometas

https://i0.wp.com/www.lcsd.gov.hk/CE/Museum/Space/EducationResource/Universe/framed_e/lecture/ch10/imgs/comet_tail.jpg

De acordo com a algumas afirmações evolucionista, os cometas possuem em torno de 5 bilhões de anos, ou seja, o mesmos anos do nosso sitema solar. Porém a cada  vez que o cometa orbita perto do sol ele perde tanto do seu material que seria impossível que ele sobrevivesse mais de 100 mil anos. Muitos cometas possuem idades típicas, aparentes, de 10 mil anos³.

A explicação evolucionista é que (a)os cometas provêm de uma esférica inobservada “Ood Cloud” muito além da órbita de plutão, (b) improvável interações gravitacionais com pouca freqüência, muitas vezes passando estrelas bater cometas no sistema solar, e (c) Outras improváveis interações com planetas diminuem a vinda dos cometas muitas vezes o suficiente suficiente para dar conta das centenas de cometas observados4. Até agora, nenhuma destas hipóteses foi confirmada, quer através de observações ou cálculos realistas.

Ultimamente, tem-se falado muito do “Cinturão de Kuiper”, um disco de supostas fontes cometa deitado no plano do sistema solar, apenas fora da órbita de Plutão. Mesmo se existir algums corpos de gelo no local, elas não suportariam o problema dos evolucionista, porque de acordo com a teoria do “Cinturão de Kuiper” seria rapidamente esgotada se não houver uma Ood Cloud para supri-lá.

Bem por enquanto falamos do universo, porém nos próximos iremos tratar de evidências na própria terra, aguardem.

Referências:

1. Scheffler, H. and H. Elsasser, Physics of the Galaxy and Interstellar Matter,
Springer-Verlag (1987) Berlin, pp. 352-353, 401-413.
2. D. Zaritsky et al., Nature, July 22, 1993. Sky & Telescope, December 1993,
p. 10.
3. Steidl, P. F., “Planets, comets, and asteroids,” in Design and Origins in Astronomy,
G. Mulfinger, ed., Creation Research Society Books (1983), pp.
73-106.
4. Whipple, F. L., “Background of modern comet theory,” Nature 263 (2 Sept
1976) 15.
5. Gordeyev, V.

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